Situação preocupante para a Copa Davis



Faltam dois meses, mas o cenário para o confronto Brasil x Uruguai que vale uma vaga nos Playoffs do Grupo Mundial da Copa Davis, em Montevidéu, não é dos melhores.

Ricardo Mello, nosso provável número 2 de simples, foi arrasado e Thomaz Bellucci batido sem muita resistência pelo número 1 deles, Pablo Cuevas. Acrescente aí os resultados ruins de nossa dupla nos últimos meses, mas localizados após a lesão no tornozelo de Marcelo Melo.

O time uruguaio, como disse anteriormente, só tem Pablo Cuevas. Mas com a forma que ele está e por ser um ótimo duplista (campeão de Roland Garros com o peruano Luis Horna em 2008), faz com que a temeridade pela derrota no Uruguai só aumente.

Como bem disse, ainda falta tempo, muita coisa pode mudar. Bellucci pode ganhar jogos e confiança, assim como Mello, e Cuevas pode perder esse momento mágico que vive (ganhou de Andy Roddick e Jo Tsonga nas últimas semanas além de ter eliminado a Colômbia na Davis).

A sorte nossa é que este duelo mudou de data – nos dois últimos anos era disputado em maio. Caso contrário fatalmente estariamos lamentando um ano sequer na briga por vaga no Grupo Mundial.

Notícia ruim para Roland Garros – Como esta semana descarta-se os pontos do Masters de Roma do ano passado, Thomaz Bellucci perderá 90 e somará apenas 45 das quartas de Estoril e assim cairá pelo menos três posições na ATP (irá, na melhor das hipóteses, pro 34º). Isso significa que de momento ele não será um dos 32 cabeças de chave de Roland Garros, o que pode lhe colocar contra outro favorito nas duas primeiras rodadas. Bellucci defende as oitavas de final em Paris.

Atuação burocrática – Como vem acontecendo em 80% dos jogos de Bellucci, ele começou bem, jogando firme e de forma paciente, trabalhando os pontos e deslocando Cuevas. Assim obteve dois breaks no 2/1 do 1º set, mas perdeu um deles graças à impaciência e daí a pressa, ansiedade e consequentemente os erros também. Cuevas, que está muito confiante, não teve mais o serviço ameaçado e dominou um Bellucci bem burocrático, sem vibração e que usou apenas a deixadinha como mudança de ritmo. Muito pouco.



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