Somos melhores que o Pablo Cuevas



A Colômbia, a cada confronto que passa, me surpreende negativamente na Copa Davis. Assisti a praticamente todos os jogos do duelo em Montevidéu e vi um Santiago Giraldo e Alejandro Falla literalmente afinarem o braço nos jogos decisivos assim como não corresponderam à altura quando enfrentaram o Brasil nos últimos anos.

Em contrapartida, O Pablo Cuevas, me permita chamar assim e não de Uruguai – colocou a garra argentina (isso mesmo, ele nasceu na Argentina!) na ponta da raquete, botou a faca nos dentes e mostrou uma valentia danada para vencer seus três pontos e carregar seu país nas costas dando a surpreendente classificação à final do Zonal Americano.

O Brasil irá enfrentar Pablo Cuevas – ou melhor, o Uruguai – em julho muito provavelmente no Carrasco Lawn Tennis, quadra de um clube privado e que, pela televisão (nunca estive presente) parece acanhado e com um público super barulhento.

Tecnicamente falando, nossos tenistas tem mais qualidade que o Cuevas em simples e nossa dupla é mais forte que a deles, mas em Davis não se pode duvidar de nada (lembre do que aconteceu na Índia não é ?) ainda mais quando se joga fora de casa.

Puxando o retrospecto de nosso top 4 de simples contra Cuevas é um pouco animador. Thomaz Bellucci nunca o enfrentou e é o tenista com boas chances de se complicar visto que Cuevas tem uma característica de jogo bem regular no fundo. Ricardo Mello é justo o contrário de Thomaz e por isso se dá bem diante do rival vencendo 4 dos 5 embates.

Marcos Daniel, que segue lesionado, empata em 2 a 2 contra Cuevas e, João Souza, o Feijão venceu os dois duelos, ambos no piso lento.

Lembrando que Pablo é apenas o único jogador deles então basicamente só precisamos tirar um ponto dele, seja nas duas simples ou nas duplas. Marcel Felder e Martin Cuevas são babas para todos os nossos singlistas.

Somos melhores que o Pablo Cuevas, só devemos jogar com raça e bastante atenção para evitar uma surpresa desagradável.




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