Missão dos EUA – Evitar Rafael Nadal



Estados Unidos e Espanha fazem o duelo mais esperado das quartas de final da Copa Davis em julho. O mundo espera por Andy Roddick x Rafael Nadal. Independente do local de disputa – nem acabou o duelo contra o Chile e os americanos já tinham três lugares em pauta! – pros EUA seria interessante evitar a vinda do Nº 1 que não perde desde 2005 nesta competição somando 17 vitórias em 18 partidas.

E isso pode ocorrer se escolherem um piso rápido e coberto (grama é outra opção estudada pelos americanos) visto que o confronto é logo após Wimbledon e Nadal provavelmente estará cansado após a desgastante série no saibro e grama. Difícil ele querer fazer essa mudança brutal pro piso que machuca tanto suas articulações.

A Argentina enfrenta o Cazaquistão, do competente Andrey Golubev, e tem outras duas preocupações. David Nalbandian pode sofrer uma cirurgia e ficar meses parado e ainda resta a incógnita de Juan Martin Del Potro que mostrou estar se recuperando, mas ainda precisa ser provado no saibro. De qualquer forma, nossos hermanos têm tudo para ir à semi.
A França é bem favorita para enfrentar a Alemanha em casa se contar com o time titular. A Sérvia sofreu com a Índia e mostra que ainda depende bastante de Novak Djokovic. Se ele não for à Suécia, as chances ficam reduzidas.

Esse final de semana clareou algumas ideias sobre alguns jogadores. Existem aqueles que são e os que não são de Copa Davis. Tomas Berdych e Gilles Simon tem muitas dificuldades pra jogar esta competição e Janko Tipsarevic, de seis meses pra cá, passou a sentir demais o torneio.  O time da Índia e o do Chile fizeram muito mais do que se podia imaginar.

Estados Unidos e Espanha fazem o duelo mais esperado das quartas de final da Copa Davis em julho. O mundo espera por Andy Roddick x Rafael Nadal. Independente do local de disputa, pros EUA seria interessante evitar a vinda do Nº 1 (apenas uma derrota em Davis) e elapode ocorrer se escolherem um piso rápido e coberto (grama é outra opção) visto que o confronto é logo após Wimbledon e Nadal provavelmente estará cansado após a desgastante série no saibro e grama.
A Argentina enfrenta o Cazaquistão, do competente Andrey Golubev, e tem outras duas preocupações. David Nalbandian pode sofrer uma cirurgia e ficar meses parado e ainda resta a incógnita de Juan Martin Del Potro que mostrou estar se recuperando, mas ainda precisa ser provado no saibro. De qualquer forma, nossos hermanos têm tudo para ir à semi.
A França é bem favorita para enfrentar a Alemanha em casa se contar com o time titular. A Sérvia sofreu com a Índia e mostra que ainda depende bastante de Novak Djokovic. Se ele não for à Suécia, as chances ficam reduzidas.



  • Carlos

    Acho que em qualquer piso que não seja a grama, Nadal não irá. Sendo na grama, é provável que vá, mas nada certo. Roddick e os Bryan’s terão que levar os EUA nas costas, a não ser que Isner ou Querrey façam uns 120 aces por jogo, porque contra a Espanha só Karlovicar não vai dar certo.

  • Carlos

    Ah, sobre os outros confrontos, se Nalba e Delpo não jogarem, a raçuda equipe cazaque vencerá. A Sérvia vence a Suécia porque Pim-Pim Johanssom não fará milagre contra Djoko ou Troicki e Soderling não vai ganhar as duas. A Alemanha não tem pra onde fugir contra a França, porque na rápida coberta Monfils e Tsonga são melhores que Petz e Kohls e no saibro os alemães não bons jogadores. Pelo zonal sulamericano, Bellucci vai fingir uma amarelada, mas vencerá Cuevas em 5 sets e vai dar Brasil 4×1.

  • Cristiano Andrade

    Se eu pudesse escolher pelos americanos, colocaria o confronto indoor, num carpete duro e na altitude! E dá-lhe aces de Roddick e Isner para todos os lados. Com ou sem Nadal poderiam vencer (a chave seria uma decisão entre Isner e o #2 da Espanha), com alguma chance de Roddick aprontar contra o Nadal). Mas para isso precisariam de uma estratégia de tornar o jogo mais veloz e também dolorido para os espanhóis.

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