Esportes com maiores audiências na Rio 2016



Com o fim dos Jogos Olímpicos Rio 2016 alguns dados sobre o evento começaram a ser divulgados. Segundo levantamento da Kantar Ibope Media, considerando a audiência em TV aberta e fechada em 15 regiões metropolitanas do Brasil, os Jogos obtiveram grandes audiências televisivas.

A amostra utilizada pela empresa corresponde a 68 milhões de pessoas e 24 milhões de lares no Brasil.

Pelos dados, os Jogos do Rio foram assistidos por pelo menos 63 milhões de indivíduos, ou 93% da amostra analisada. Em relação aos domicílios, 98% acompanharam alguma parte do megaevento. Audiências realmente superlativas.

Os brasileiros acompanharam o megaevento como um todo e a transmissão com maior audiência foi a cerimônia de abertura, com 28 milhões de telespectadores ou 41% do total. Na sequência aparecem a final do futebol masculino entre Brasil x Alemanha com 25,7 milhões de telespectadores e a cerimônia de encerramento com 24 milhões de pessoas ligadas na TV.

Outros confrontos que chamaram a atenção foram a partida de futebol feminino entre Brasil x Austrália com 22,5 milhões de telespectadores, Brasil x Dinamarca no futebol masculino com 21,1 milhões e Brasil x Colômbia com 20,4 milhões de pessoas ligadas pela TV.

O fato é que os brasileiros geraram grandes audiências, mas muito em função do interesse pelas cerimônias de abertura e encerramento e pelo futebol. Os dados mostram mais uma vez a realidade nacional da monocultura do futebol.

Das dez maiores audiências do megaevento, seis foram partidas de futebol e apenas duas de outras modalidades, neste caso a ginástica artística masculina com cerca de 19 milhões de telespectadores em cada dia.

Está claro que além do grande interesse por futebol, os brasileiros também se interessam por chances de vitória. Assim quando analisadas as modalidades com mais audiência, fica claro que o interesse do telespectador é pela busca das medalhas pelos atletas brasileiros.

audienciaas

Fonte:Kantar Ibope Media

Os dados mostram claramente que há espaço para fortalecer a relação do brasileiro com diferentes modalidades olímpicas. A presença dos ídolos e a chance real de medalhas gerou grande interesse das pessoas.

COB, Ministério do Esporte, Confederações e Federações deveriam ter utilizado o megaevento como um verdadeiro catalisador das modalidades. A chance de ter milhões de telespectadores atentos é rara e deveria ter sido usada como parte de um plano para desenvolver o interesse dos brasileiros, além do futebol.

Mais audiências geram melhores contratos de patrocínio, mas retorno para as marcas e ganhos em escala para diferentes modalidades.

Isso tudo com apenas 19 medalhas conquistadas. Imaginem se conquistássemos 40, 50 medalhas! Por isso é tão importante ter profissionais altamente qualificados cuidando do COB e Confederações.

Rio 2016, quinta Olimpíada em venda de ingressos da história

Foram comercializados cerca de 6,15 milhões de ingressos para a Rio 2016. Valor inferior ao registrado em Londres quando foram vendidas 8,2 milhões de entradas e Pequim com 6,5 milhões de ingressos vendidos.

Ficamos atrás ainda de Sydney, com 6,7 milhões de ingressos e Atlanta com 8,3 milhões. Portanto, fomos apenas a 5ª Olimpíada da história em venda de ingressos.

Os esportes que mais atraíram público foram futebol, handebol, vôlei de praia, basquete e ginastica artística.



  • Vicente Alves

    Saudações. Sugestão de pauta de reivindicações do torcedor. Atualização em Setembro de 2016. 1. Alteração do estatuto das Confederações, Federações Esportivas , Comitês Olimpicos para , desde já, permitir a facilitação de livre criação de chapas para a concorrência a presidência por eleições periódicas, permitindo e aumentando o poder de votos para atletas, técnicos e clubes da série A, B, C, D.

  • Vicente Alves

    2. Mais democracia nas séries A, B, C , D, do brasileirão, prevendo ascensão e descensão, até aos cinco primeiros e últimos de cada série , aumentando o valor econômico das séries B, C, D, induzindo mais patrocínios e interesses da mídia nacional e internacional.

  • Vicente Alves

    3. Calendário de jogos o ano inteiro para clubes médios e menores, com possibilidade de campeonatos regionais de séries C e D do brasileiro, evitando altos custos, aumentando o interesse regional pelos campeonatos.

  • Vicente Alves

    4. Formatação para estaduais de grande e médio porte, em ligas estaduais, e os de menor porte em ligas regionais, de acordo com ponderações, entre outras, por número de torcedores, retorno financeiro e meritocracia. É fundamental o apoio a clubes médios e menores, porque destes também surgem atletas de renome internacional. Apoio do Ministério do Esporte, Confederações e Federações para a criação de ligas independentes estaduais ou regionais para a melhor formatação destes campeonatos em mídia digital, gerando mais ativos e maior valorização dos eventos, com periodicidade no início de cada ano, em calendário harmônico com os campeonatos brasileiros das diversas séries A, B, C, D.

  • Vicente Alves

    7. Apoio, pelo Ministério do Esporte, Comitês Olímpicos, Confederações e Federações, para a criação das ligas independentes, pelos clubes e entidades esportivas, com proteção a “NAMING RIGHTS” , de : segundo nome de clubes, nome de ligas, arenas, estádios, centros de treinamento e assemelhados, obrigando a divulgação dos “NAMING RIGHTS” em narrações de partidas ou eventos esportivos, induzindo investimentos privados nacionais e internacionais na gestão destes ativos , alterando-se o artigo 42 da Lei Pelé, 9.615/98.

  • Vicente Alves

    8. Criação de lei ou legislação que possibilite aos clubes, entidades esportivas, centros de treinamento, outros, desde que idôneos, a emissão de títulos para o mercado de capitais (Bolsa de Valores), com lastro nos contratos desportivos dos atletas , a partir dos 16 anos, ou nos contratos de imagem dos atletas. Pela modificação do artigo 29, parágrafo 4.o da Lei Pele, permitindo que os fundos de investimento em formação de atletas, possam, atraves clubes, entidades esportivas, centros de treinamento, outros, desde que idôneos, investir em auxílio financeiro, a partir dos 14 anos, ao jovem aprendiz atleta, induzindo também fomento a manutenções de Centros de Treinamento formadores do atleta. Criação pela legislação, de um fundo garantidor e securitizador para o investidor, em fundos de investimento em formação de atletas, prevendo um mínimo de ressarcimento, em caso de contusão definitiva do atleta, ou eventuais falências por gestões.

  • Vicente Alves

    9. Alteração na Lei 10.891/2004, que prevê a Bolsa Atleta, para incluir a possibilidade de convênios com faculdades e outras instituições de ensino, clubes, centros de treinamento, ligas independentes, para a remuneração de técnicos e profissionais correlatos, fomentando a manutenção de Centros de Treinamento e a criação de novos, induzindo o investimento privado nacional e internacional no setor. Inclusão de exigência , na lei , de cadastro único de atletas, com disponibilidade e acesso público, organizados em banco de dados por modalidades, e dados de desempenho em eventos esportivos, induzindo investimentos privados na formação, por meio dos clubes, entidades esportivas, centros de treinamento, outros, atraindo potenciais investidores, para fundos de investimento , em mercado de capitais (bolsa de valores), com base em títulos lastreados em contratos desportivos ou de imagem dos atletas.

  • Vicente Alves

    10. Criação das loterias esportivas e rede de apostas digitais, como importante fator de fomento às modalidades, clubes, entidades esportivas, centros de treinamento, ligas independentes, treinadores, atletas, induzindo a criação de ativos digitais, facilitando o investimento privado. Fim do monopólio da Caixa Econômica Federal para jogos de azar, criando, mediante concessões e licitações, oportunidades para empresas idôneas nacionais e internacionais de apostas, gerando dividendos a todo o setor esportivo nacional e mais renda , com mais impostos ao país.

  • Vicente Alves

    11. Políticas para a formação e aperfeiçoamento de técnicos do desporto, com atividades e apoio de clubes, ligas independentes, centros de treinamento, e mediante convênios, com setor da educação, por instituições e ensino, universidades e outros. Critérios transparentes de seleção de treinadores de seleções nacionais em diversas modalidades, prevendo eleições com participações pelos clubes, ligas independentes e meritocracia.

  • Vicente Alves

    12. Gestão digital dos campeonatos, jogos e eventos das diversas modalidades do desporto, facilitando o acesso popular , pela internet , ao torcedores, dos jogos dos clubes, e eventos esportivos, induzindo a criação de ativos digitais e plataformas de relacionamentos dos clubes e patrocinadores. Esta maior interação com o torcedor, criará e facilitará vendas de produtos de consumo relacionados aos clubes e ligas independentes, em diversas modalidades, incentivando a prática do esporte, bem como a indústria do entretenimento, fundamental neste século XXI. A criação de legislações metropolitanas para gerenciamento de conteúdo de mídia digital, para apoio a fidelização do torcedor e do praticante da modalidade esportiva, em locais públicos ou de concessão pública, como terminais urbanos, aeroportos, repartições públicas, outros, é fundamental para a criação de oportunidades de negócios relacionados ao esporte.

  • Ricardo Porto

    Almir, muito boa a avaliação. Brasileiro gosta de torcer. Não é um apaixonado por esporte. Há uma diferença aí que pode explicar as preferências em termos de audiência. Quanto a ingressos, faltou uma política de ingressos populares. A população ficou de fora. Abraços

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