Tour etapa 3; Decisivo contrarrelógio por equipes - Solta o freio

Tour etapa 3; Decisivo contrarrelógio por equipes



Hoje teremos uma das etapas mais importantes desse Tour. Não é a toa que as escalações das equipes estão recheadas de passistas e especialistas e menos escaladores.

Equipes Sky e BMC são as favoritas e a campeã mundial Sunweb e Q-Step logo atrás. Mitchelton estaria junto, mas tiveram várias quedas que podem afetar sua performance.

Claro, isso catapultará os líderes dessas equipes para a ponta na geral(GC). Ficarão lá até fim de semana que vem, pois só a etapa 9 dos paralelepípedos mexerá tanto na classificação geral. Daí a importância.

Com as muitas quedas das 2 primeiras etapas colocando muitos perdendo algum tempo na geral a ordem de largada de hoje está bem doida, pois as favoritas largarão primeiro. É tão inusitado que provavelmente nem veremos as 2 favoritas na transmissão, pois as mais bem classificadas largam na ordem inversa da geral. Isso faz alguma diferença, pois as equipes que disputam a etapa podem usar o tempo das outras como referência.

Sempre vem a polêmica sobre quanto de contrarrelógio por equipes é “justo”, principalmente se for mais longo. As equipes com mais orçamento podem ter vários especialistas a disposição. Basta dar uma olhada na escalação da Sky com VÁRIOS campeões nacionais da modalidade e a escalação da equipe EF-Education para vermos que o R. Uran, 20 colocado ano passado a 54seg do Froome(Sky), tomará mais de +2min numa só etapa que não depende só dele.

Não é de hoje que esse debate acontece. Vemos abaixo um bom exemplo em 1985. A equipe Lavie Claire de Hinault e Lemond massacrou as outras nos 73km da etapa 3 colocando 1min no 2o e mais importante, 6min24seg(!!) na equipe Café de Colombia dos escaladores colombianos Lucho Herrera, ídolo do Quintana e Fabio Parra.

Esse ano tem uma peculiaridade. O contrarrelógio por equipes, embora não tão longo assim(35km), será um pouco maior que o individual(34km). Esse somatório favorece bastante as equipes maiores e melhores. Contra essa situação, o “justo”(!?) seria ter muitas etapas de montanha duras para compensar. Duríssimo mesmo é julgar esse “justo”. Esse ano teremos novidades como a etapa de montanha com só 65km e pelo menos no papel seria o inverso, ou seja, dificílimo para os gregários escaladores fazerem diferença. Veremos..

Chute do dia; Sky em 1o e G. Thomas de amarelo até a etapa 9…



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