Apostas para 2018 - Quem sairá ganhando e perdendo - Solta o freio

Apostas para 2018 – Quem sairá ganhando e perdendo



Com o começo da temporada no Tour Down Under na Austrália vem aquela sensação do que esperar para 2018.

Vou tentar chutar o que de especial pode acontecer baseado no pouco que sabemos. Tanto os sucessos, quanto os fracassos. Esta é a receita ideal para errar feio, mas fica divertido rever após o final da temporada.

Sucessos;

1- Sagan finalmente ganhará Paris – Roubaix. Com as novas contratações sua equipe Bora se reforçou muito bem para as clássicas. Agora tem equipe e opções. Coisa que ele nunca teve.

2 -Dumoulin ganhará mais um Giro. E assim, de mansinho, vai ter tantas vitórias em grandes voltas quanto o N. Quintana(Movistar) e duas vezes mais que R. Porte(BMC), M. Landa(Movistar), R. Bardet(AG2R), R. Uran(EF-Education), D. Martin(UAE), E. Chaves(Mitchtelton) e etc…

3 – 2018 será o primeiro ano das grandes batalhas nas grandes voltas(Giro, Tour e Vuelta) da próxima geração; E. Bernal(Sky) x S. Oomen(Sunweb) x E. Mas(Q-Step) x D. Gaudu(FDJ). A disputa pela camisa branca será ótima!

4 – Valverde finalmente ganhará o mundial. Um dos pouquíssimos títulos que ainda não conseguiu em sua ilustríssima carreira.

5 – V. Nibali(Bahrain) ganhará o Tour de France com o apoio de sua reforçadíssima equipe, além do seu histórico “vodoo”. Essas forças estranhas sempre funcionam contra seus adversários nas grandes voltas que ele participa.

Fracassos;

1 – Frrome pegará um gancho de 9 meses e não largará para o Giro d’Itália e o Tour de France. Voltará com tudo para ganhar La Vuelta. Se ele não for punido será mais um olho roxo para o esporte, que já apanhou bastante.

2 – Infelizmente P. Gilbert(Q-Step) não conseguirá ganhar Paris – Roubaix. #striveforfive irá ser divertido, mas não será bem sucedido. Não será em vão. Sua tentativa de conquistar a única clássica monumento que lhe falta inspirará gerações.

3 – F. Aru(UAE) continuará a fazer caretas, mas continuará a enfrentar dificuldades para voltar a um pódio de qualquer grande volta.

4 – Liége – Bastogne – Liége estará congelante. Pior que em 2016. ASO, a mesma que organiza o Tour de France, neutralizará alguns trechos. O que levará a torcida belga local a fúria.

5 – Equipe Movistar levará seus 3 galáticos para o Tour de France ao invés de dividi-los entre as 3 grandes voltas do ano. Ainda conseguirá um pódio, mas não será sem atrito. Algum dos 3 não continuará na equipe para 2019.

6 – Grupo Disney, de quem a toda poderosa patrocinadora da equipe Sky faz parte, não irá achar graça nenhuma da punição que o Froome receberá. Com receio da associação de sua imagem mundial ao escândalo, começará a ensaiar a saída do esporte. Consequentemente, dará uma reviravolta nas equipes para conseguir absorver a debandada de tantas estrelas.

Se eu acertar pelo menos duas dessas eu mesmo me surpreenderei. Torço para que erre os fracassos, mas que são possíveis, são…

Olhando para 2017, o ano que marcou o fim da carreira de 2 lendas; Alberto Contador e Tom Boonen. Como homenagem uma foto de cada um, que reproduzem bem o que representaram. Dois ataques solos de longa distância que botaram os adversários em enormes dificuldades e, bem ou mal sucedidos, mudaram totalmente a dinâmica das provas.

 Contador no Alto de Angliru, Vuelta 2017.

 Boonen no topo de Saint Nicolas, Tour de Flandres 2017.



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