Vence o Fluminense, com o verde da esperança



O Tricolor entrou em campo com o nova camisa, toda verde. E no hino do clube, “vence o Fluminense, com o verde da esperança”. E se teve uma coisa que esse time não perdeu durante os 90 minutos foi a esperança na vitória. Foram muitas oportunidades criadas, ótima atuação do goleiro adversário, festa da torcida e um gol salvador aos 42 minutos do segundo tempo.

A atuação no primeiro tempo foi para empolgar o torcedor. Mesmo com três volantes no meio de campo, o time não ficou preso e mostrou muito poder de ofensividade. Pierre plantou na frente dos zagueiros enquanto Edson, pela direita, e Jean, pela esquerda, auxiliavam Gerson na criação e chegavam como elementos surpresas na área adversária.

Diante de um Joinville ainda tentando se habituar com a Série A, divisão que voltou a disputar após 28 anos, o Fluminense apostou na marcação forte no meio e na saída em velocidade. Edson ia parar dentro do gol, mas Naldo o derrubou próximo a área e foi expulso. Era a senha de que a noite seria tricolor. Mas aquele cartão vermelho mais atrapalhou do que ajudou.

Com um a menos, a equipe catarinense se fechou. Eram pelo menos nove jogadores atrás da linha da bola quase sempre. Drubscky viu isso e chamou três meias: Robert, Wágner e Vinícius. O time continuou criando. Vieram tabelas, jogadas pelas laterais, chutas de longa distância, bola na trave, mas nada do gol sair.

Sem rede balançando e com o tempo passando, a torcida foi ficando impaciente. Quando os gritos de raiva já eram mais altos que os de apoio, Vinícius tratou de explodir os 21 mil tricolores presentes. Estreia com pé direito no Brasileirão.

Depois de 18 dias apenas treinando, o torcedor viu uma atuação segura em campo e aplaudiu o esforço dos jogadores no fim.



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