Tricolor foi competitivo



*Visão publicada na edição impressa do LANCE! de 24/5/2014

Quando chegou ao Fluminense, o técnico Cristovão Borges afirmou que a primeira missão, após recuperar a motivação e mudar a postura do time, era tornar esse grupo competitivo novamente. Ontem, o treinador surpreendeu e escalou a equipe com três mudanças. O nível de atuação não foi mantido, mas Tricolor mostrou que esse espírito pedido pelo treinador foi recuperado. O que prova que Cristovão conseguiu tornar o Fluminense uma equipe competitiva são alguns tópicos do jogo de ontem. O primeiro foi mostrar que o elenco é qualificado e pode brigar pelo título. Mesmo com as mudanças, a equipe fez bom jogo e mostrou que vai ser aquele time difícil de ser batido.

O segundo é que o atual Fluminense tem um padrão de jogo definido e entendido pelos jogadores, algo que não acontecia desde que Abel Braga era o comandante.

O terceiro é o quesito que toda equipe que busca títulos precisa: sorte. Ontem a vitória veio em um lance assim. O gol de Kenedy veio após um desvio na zaga do Bahia, que acabou entrando no ângulo esquerdo de Marcelo Lomba.

O quarto tópico é que dois nomes essenciais para o time neste início de campeonato ficam até o fim do Brasileirão. Wágner e Rafael Sobis, especulados em outras equipes da Série A, completaram o sétimo jogo e não poderão mais se transferir para outro time brasileiro nesta temporada. Além disso, a boa fase tem dado segurança para que os meninos da base possam desenvolver seu futebol.

Kenedy desencantou e foi um dos melhores do Flu no jogo. Enquanto isso, o jovem zagueiro Marlon mostrou mais uma vez que tem muito potencial para se firmar no grupo dos profissionais.

Mesmo com o resultado favorável, o time não recuou. Apenas no fim, sofreu uma intensa pressão do adversário, mas conseguiu sair com a vitória.

Se continuar com esse espírito competitivo, o Fluminense de Cristovão vai alcançar o objetivo traçado pelo técnico e terminar na liderança até a parada do Brasileirão para a Copa do Mundo.



  • Já não via a hora de voltar a ver o time organizado, todos sabendo o que tem que fazer em campo, não digo nem com o ABEL que no final já não tinha a mesma organização. Renato veio por insistência de Celso Barros, como marketing, pois é um arremedo de técnico, o FLU virou uma bagunça, rachões , peladas e muito oba-oba, bom ter ido embora.Com ele estaríamos lutando para não cair.
    Cristóvão chegou de mansinho, como bom baiano que é, arrumou a casa e o que vemos é um time determinado, raçudo e com proposta de jogo definido.
    Se vai ser campeão não sabemos, mas com certeza é um dos sérios candidatos, ainda mais se trouxer W.NÉM, vai se encaixar como LUVA.
    Descanse em PAZ, Washington, obrigado pelos belos gols.
    ST/Carlos Castilho Dom Fredom

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