Bendita Portuguesa



* Texto escrito por Sérgio Arêas.

A punição da Portuguesa ontem significou, para o futebol carioca, ter mais um representante na Série A do Campeonato Brasileiro. Um erro capital dos paulistas, cometido um dia após o Flamengo ter errado também, ao escalar André Santos de forma irregular. O lateral rubro-negro estava suspenso, como noticiou este próprio LANCE! na sexta-feira, na véspera da partida com o Cruzeiro. Ou seja, caso a Lusa não tivesse tido a infelicidade de pôr Héverton em campo, os cariocas estariam mobilizados num infeliz Fla-Flu no tribunal do STJD. Um triste episódio, com um fim mais triste ainda.

Este equívoco, como se sabe, é muito raro. A última vez que um clube errou desta forma foi em 2010, o Grêmio Prudente, que terminou o ano rebaixado. Ninguém esperneou por isso. Talvez por não ter sido na última rodada. O fato aconteceu na terceira, mas como em todo campeonato de pontos corridos, influenciou diretamente no resultado final. De acordo com o matemático Tristão Garcia, consultado pela reportagem do Diário, a chance de algo deste tipo ser novamente motivo de punição, uma vez que o controle da CBF pode ser falho, é de apenas 0,2%. Números ínfimos diante das 147 rodadas e 1.470 jogos que separam o caso Grêmio Prudente, em 2010, aos de Flamengo e Portuguesa, neste ano.

O destino, como se pode ver pelos números, foi cruel com o futebol brasileiro neste ano. Um fato raríssimo aconteceu com o Flamengo, na abertura da última rodada, e também com a Lusa, que jogou no dia seguinte. Triste coincidência. Fim melancólico para um campeonato que prometia emoção até o último minuto dos jogos. Mas nada poderia ter sido pior do que o desempenho dos clubes cariocas. Salvo o Botafogo, foi um Brasileiro para se esquecer. Ou será que algum torcedor de Vasco e Fluminense, os rebaixados no campo, e os de Flamengo, que correu o risco de cair e só foi salvo pela punição da Portuguesa, vão querer lembrar o Brasileirão 2013?



  • Abel , vc é tricolor, leve para o Inter, o Edinho, Sóbis, Fábio Braga, Euzébio, Gum e Wagner, libere o Willians, e o Juan para o Flu, e Boa Sorte.
    Castilho Dom Fredom

  • Sérgio Murilo da Silva Garcia

    Quero deixar minha insatisfação com toda mídia e principalmente a do Rio de Janeiro. porque ficam falando besteiras sem fundamentos.Como:dizer que a Portuguesa foi injustiçada porque ganhou no campo o direito de permanecer na série A. Eu também concordo, mas concordo com a punição, porque eu não acredito que um clube do porte da Portuguesa tenha um juridico tão amador. Quanto a mídia, eles caem em contradição toda hora, inventam tapetão eao mesmo tempo colocam em cheque a incompetência da diretória da Portuguesa. Ha! antes que eu esqueça a torcida da Portuguesa tem que protestar é la na sede do clube, ostilisar aqueles dirigentes amadores e vai chorar na cama que é lugar quente.

  • André

    Uma mentira contada muitas vezes vira verdade: Essa afirmação sempre foi considerada um fato, em épocas onde as informações (e a divulgação destas) eram privilégio e monopólio de poucos (e nem sempre bem intencionados) “jornalistas” (ente aspas mesmo… pois há honrosas exceções) e veículos de comunicação. (Assim o considero, Janca…. apesar das divergências de opinião neste caso).

    Foi assim que, em 1996, com a internet engatinhando, sem redes sociais, sem blogs e debates, sem o contraponto das informações veiculadas, a primeira mentira foi contada: O Fluminense “virou a mesa” do Brasileirão e permaneceu na primeira divisão. Essa mentira, hoje, pode, sem esforço, pelas pessoas de bem, ser desmascarada. Vamos aos fatos:

    Terminado o campeonato brasileiro de 1996, onde Fluminense e Bragantino haviam sido MERECIDAMENTE rebaixados (no campo, apesar do choro de alguns tricolores sobre entrega de resultados na última rodada, erros de arbitragem, etc.) surgiu o “famoso” caso Ives Mendes (famoso também entre aspas, pois a fama, nesta época, era diretamente proporcional aos interesses da mídia que monopolizavam o direito de criá-la ou não). Dezenas de horas de gravações (não autorizadas pela justiça, diga-se de passagem) levantaram sérias suspeitas a respeito dos resultados de muitas partidas do Barsileirão-96. Estas gravações, inclusive, foram divulgadas no Jornal Nacional, Cid Moreira e o escambau, gerando uma comoção nacional na época: principalmente pelos personagens centrais desta história: o presidente do Corinthians e do Atlético-PR, além do próprio Ives Mendes. A seguir, texto público da Encicloédia Wikipedia a respeito do fato:

    “No dia 7 de Maio de 1997, o Jornal Nacional da TV Globo divulgou gravações de telefonemas que desvendariam um esquema de corrupção dentro da CBF, supostamente envolvendo venda de resultados de jogos de futebol e financiamento de campanhas políticas. O pivô do caso foi Ivens Mendes, que era desde 1988 presidente da CONAF (Comissão Nacional de Arbitragem de Futebol), órgão encarregado de escalar árbitros para as competições de futebol organizadas pela CBF.
    Numa das gravações, uma voz, identificada como a de Mendes, pedia 25 mil reais, supostamente ao presidente do Atlético/PR, Mario Celso Petraglia, e ainda insinuava que o seu clube poderia ser beneficiado pela arbitragem no jogo contra o Vasco pela Copa do Brasil. A partida foi realizada no dia 3 de Abril de 1997, em Curitiba, e o Atlético/PR ganhou por 3 a 1, tendo o árbitro Oscar Roberto de Godói expulsado o atacante Edmundo, do Vasco.
    Em outra gravação, a mesma voz pedia ajuda financeira ao presidente do Corinthians, Alberto Dualib, o qual teria inclusive mencionado “um, zero, zero” (cem mil reais) como valor a ser pago.
    Nos dois casos, o dinheiro seria utilizado na campanha de Ivens Mendes a Deputado Federal em 1998, por Minas Gerais.
    Na Justiça Comum, o processo não foi adiante, já que os únicos indícios de crime foram apontados por gravações clandestinas, portanto ilegais. Os jornalistas responsáveis pelas gravações chegaram a ser indiciados, mas acabaram beneficiados por prescrição.
    O STJD (Supremo Tribunal de Justiça Desportiva) baniu Ivens Mendes do futebol. Os dirigentes Mário Celso Petraglia (Atlético/PR) e Alberto Dualib (Corinthians) foram impedidos de representar seus clubes perante a CBF, mas a decisão não afetou a participação dos mesmos nas respectivas diretorias. O Atlético/PR foi formalmente “suspenso por um ano”, mas não deixou de participar de nenhuma competição em função disso. Apenas começou o Campeonato Brasileiro de 1997 com 5 pontos negativos, como punição por sua participação no caso.
    Diante do escândalo, a CBF cancelou o rebaixamento de Fluminense e Bragantino, que haviam sido os últimos colocados no Campeonato Brasileiro de 1996 e, pelo menos em tese, deveriam disputar a Série B em 1997. A medida acabou desviando as atenções dos clubes envolvidos no esquema. Sem rebaixados, o Brasileirão de 1997 teve 26 clubes, dois a mais que nos anos anteriores.
    Ivens Mendes morreu alguns anos depois do caso.”

    Como pode se comprovar, não havia outra saída misseravelmente digna neste caso que não fosse a suspensão dos rebaixamentos em um campeonato TOTALMENTE sob suspeita, onde COMPROVADAMENTE houve manipulação de resultados. Lembro ainda aos mal intencionados odiadores do clube das “três cores que traduzem tradição” que na jurisprudência internacional, no campeontao italiano, por exemplo, em casos similares, os envolvidos foram SUMARIAMENTE REBAIXADOS para a segunda divisão (Lázio e Milan, em 1980 e Juventusm em 2006) no ligar dos times anteriormente rebaixados nas suas respectivas edições do campeonato italiano.
    Se a jurisprudência fosse utilizada no caso barsileiro, Gambás e Patéticos-PR teriam sido rebaixados e, da mesma forma, Fluminense e Bragantino teriam escapado do rebaixamento.
    Mas não havia internet…. nem Face…. Blogs…. Twiter…. só a mídia especializada, que divulgou EXAUSTIVAMENTE o ato VERGONHO de nosso antigo presidente, Sr. Alvaro Barcelos, espocando champanhe na nobre e imaculada sede de nosso clube de 111 anos, berço do futebol no Brasil. O escândalo ficou em segundo plano e nascia alí, apoiado pela mídia especializada, o maior vilão do futebol brasileiro. PRIMEIRA MENTIRA DESMACARADA!

    Nota importante: Por motivo MUITO SIMILAR, desta vez envolvendo um juíz de futebol (Edilson Pereira), o campronato brasileiro de 2005 teve 11 jogos anulados e remarcados, o que possibilitou o Corinthians ganhar 6 pontos em 2 jogos que não havia pontuado anteriormente. Não lembro de ter visto, na época, gritos revoltosos da imprensa contra essa decisão do STJD…

    No ano seguinte, 1997, com mais um time medíocre e com sérios problemas financeiros, mais uma vez no campo, fomos rebaixados para a série B. Diferentemente de 1996, o campeonato deste ano correu dentro da normalidade, apesar dos já comuns erros de arbitragem, que não comento, por entender que estes fazem parte do futebol.

    Em 1998, jogamos uma série B MUITO DIFERENTE de todas as edições anteriores: apenas 10 jogos por grupo, em 4 grupos de 6, onde o último colocado de cada grupo mais os dois piores quintos colocados de cada grupo seriam automaticamente rebaixados para a série C. Com mais um time sofrível, ficamos com a última vaga disponível para a série C, no episódio mais vergonhoso de nossa gloriosa história. Por 1 ponto apenas, perdemos a vaga como quarto colocado de nosso grupo, o que nos habilitaria a ainda brigar por uma vaga no acesso a primeira divisão.

    Nota importante 2: Neste ano, pela primeira vez na história, presenciei um juíz de futebol voltar atrás na marcação de um pênalti (para o Flu, é claro) após reclamações dos jogadores adversários…. mas isso é choro…. eu sei.

    Em 1999, o início da redenção: com um time de jovens talentos, boa parte vinda de Xerém, e sob comando de tetracampeão e tricolor Carlos Alberto Parreira, jogamos e ganhamos a Série C, atuando em campos de vázea, sem segurança, contra alguns times semi-profissionais e com uma média de público acima de 40.000 torcedores por partida. Coisa de time grande, nacional, com torcedores nos 4 cantos do mundo, dslocado de seu lugar real, momentaneamente.

    Paralelamente, corria o campeonato brasileiro da séria A de 1999, marcado pelo também famoso “Caso Sandro Hiroshi”. Transcrevo a seguir texto muito elucidativo do blog Trivela, do UOL, que descreve com clareza os acntecimentos deste ano:

    Para se entender a Copa João Havelange de 2000, deve-se relembrar o Campeonato Brasileiro de 1999 e o caso Sandro Hiroshi. Sandro Hiroshi atuou no Campeonato Brasileiro de 1999 pelo São Paulo. Antes de chegar ao Tricolor Paulista, ele jogou no Rio Branco. O Tocantinópolis, clube que o revelou, exigiu do Rio Branco parte do lucro na negociação do jogador para o São Paulo.
    Enquanto o Tocantinópolis afirmava que o time de Americana tinha inscrito o atleta sem permissão, o Rio Branco afirmava que o Tocantinópolis não poderia exigir a autorização já que o jogador se transferiu quando ainda era juvenil. Com o impasse entre as duas equipes, a CBF decretou “bloqueio” na transferência de Sandro Hiroshi. No entanto o São Paulo conseguiu inscrever o jogador no Campeonato Brasileiro de 1999.

    Pelo Brasileirão de 1999, Sandro Hiroshi atuou na vitória por 6 a 1 sobre o Botafogo e no empate em 2 a 2 com o Internacional. Tanto o Fogão quanto os Colorados recorreram no STJD pelo fato do time do Morumbi ter atuado com um jogador “bloqueado”. O Superior Tribunal de Justiça Desportiva concedeu a vitória ao Botafogo e ao Internacional sobre o São Paulo e tanto os gaúchos quantos os cariocas escaparam do rebaixamento.
    Por causa da decisão do STJD que deu pontos ao Botafogo e ao Internacional, o Gama seria um dos rebaixados – o rebaixamento foi definido pela média da pontuação desse ano com o anterior.

    O time do Distrito Federal não aceitou disputar a Série B do ano seguinte e recorreu da decisão à Justiça Comum.

    Como até junho de 2000 a Justiça ainda não tinha julgado o caso em todas as instâncias, a CBF foi impedida de realizar a competição e, pressionada pela FIFA, chegou a um acordo com o Clube dos 13, para que este organizasse um Campeonato Brasileiro próprio, porém com chancela da CBF, e que definiria também as vagas brasileiras para a Libertadores da América. Este torneio se chamaria Copa João Havelange e obviamente excluiria o Gama, que fora afastado das competições pela FIFA (devido ao processo na Justiça Comum).

    O Gama não se fez de rogado e, novamente, ganhou o direito na Justiça de ser incluído no novo campeonato brasileiro. Com o temor de uma série de liminares de outros clubes, optou-se pela unificação das três divisões em um único torneio. A competição foi dividida em quatro módulos. Cada módulo teve um número diferente de participantes e também a sua fórmula de disputa.

    Apesar dos módulos serem divididos seguindo a divisão de escalão da edição anterior, eles não representavam escalões inferiores, fazendo com que no ano de 2000 não existisse a Série B e C.

    A reunião dos 116 clubes formou uma única divisão e apesar de os módulos não terem o mesmo peso, todos eles faziam parte da Copa João Havelange e, após a sua primeira fase, classificariam clubes de todos os módulos para as fases finais do campeonato.

    O Vasco da Gama, do Módulo Azul, fez a final da Copa João Havelange com o São Caetano, do Módulo Amarelo. A equipe paulista foi vice-campeã brasileira de 2000 e, no ano seguinte, disputou a primeira divisão do Campeonato Brasileiro.

    Nota importante 3: O Fluminense disputou a Copa João Havelange no Módulo Azul e terminou a primeira fase na segunda colocação geral. Se tivesse jogado o Módulo Amarelo (a hipotética segunda divisão deste ano) teria se classificado EXATAMENTE DA MESMA forma para as fases finais, assim como o vide campeão deste campeonato, o São Caetano).

    SEGUNDA MENTIRA DESMACARADA!

    Agora, em pleno ano de 2013, com acesso livre e fácil a qualquer informação e com o advento das redes sociais, qualquer tricolor (e qualquer indivíduo de bem, comprometido com a verdade e não com paixões clubísticas), seja ele Jornalista, Blogueiro ou um simples mortal como eu, pode saber das verdades de forma fácil.

    Algumas mídias tentaram repetir as mentiras até que elas virassem verdade….. (o Lance, por exemplo, teve o dissabor de ter que publicar uma errata, a cerca do citado caso do Cruzeiro, desmentindo sua tese de 2 pesos e 2 medidas)…..

    Outros, foram mais cuidadosos, como o ótimo PVC, da ESPN, dissecando com a maestria habitual sobre o caso Tartá, levantado desesperadamente também por parte da mídia (essa eu vi no Globoesporte.com).

    Outros expressaram suas opiniões, apaixonadas até, mas comprometidos com a verdade….

    Outros destilam seu ódio (verde, branco e grená), descompromissados com qualquer coisa que não seja A SUA VERSÃO dos fatos…

    Mas, neste ano, essa mentira que vocês, espíritos do mal, de intenções nefastas, querem fazer virar verdade, não vai colar…. podem repetir milhões de vezes, a exaustão…. porque, agora, nós, pessoas de bem e comprometidas com a verdade, também temos voz.

    A tempo, só tenho um motivo para estar feliz com esse caso: o cumprimento das regras, para todos, sem distinção. Se pudesse escolher, queria que nada disso tivesse acontecido. Mas aconteceu…. e não seria justo não punir os que descumpriram a regra…. pois o meu time foi rebaixado no campo, cumprindo todas as regras, inclusive. SAUDAÇÕES TRICOLORES.

    Nota importante 4: Do fundo do coração, com total sinceridade, me divirto demais com as criativas zoações. Isso faz parte do futebol e de seu folclore. Não ligo mesmo. Mas, esse ano, não sofreremos o Apartheid que nos querem impor.

    • Rodrigo

      Faço suas palavras as minhas palavras. Sou tricolor e acho as zoações criativas muito boas, vi duas muito engraçada do Senhor barriga mandando o Flu pagar a série B, e uma com a camisa do Flu encima de um modem de internet dizendo que num cai nem a pau.é do futebol mas precisamos ter responsabilidade de afirmar as coisas. Porquê dizer que o Fluminense deve a série B é o mesmo que dizer que todos os torcedores do Flamengo são analfabetos e bandidos.É engraçado, mas não é verdade.

      ST.

      • cristiano

        Rodrigo sempre tem que ter Flamengo nas observações dos tricolores. É muita paixão!

        • Roberto

          Só não entendo o seguinte, porque o Flamengo escalou um jogador irregular. O atleta/Clube foi punido na Copa do Brasil “o jogador tem de cumprir a punição na PROXIMA PARTIDA DO CAMPEONATO ” e esta será em 2014. Os regulamentos disciplinares das duas competições são identicos e devem valer em seus CAMPEONATOS.

          Se a punição passa a valer para as duas competições em paralelo, teremos que rever todas as punições e escalações em 2014.

          Ou ainda reconhecer o Flamengo como campeão do Brasil em ambas as competições, pois ganhou de todos os clubes do primeiro ao quinto lugar, com exeção do Gremio.

          Mas o vergonhoso não é só a disputa no tribunal, o mais vergonhoso é os clubes se preocuparem em chegar ao tão sonhado 46pontos do rebaixamento, e não se preocuparem em ganhar os jogos. O Fluminense não tem comando, tem uma briga entre Presidente de Clube e Patrocinador, quem manda ali, ninguém sabe….Ninguém se preocupa com o clube, só com o status.

          Casei de escutar…como o Atletico já estará garantido na libertadores, vai aliviar na ultima partida…. Será que futebol agora é isso, vamos torcer contra para garantir o nosso? E se não conseguir, vamos pro tapetão? O Vasco é o Unico carioca com estadio proprio e não consegue segurança para grandes partidas….ninguém luta a serio por isso?

          Não sei qual será o resultado de hoje, mas lamento muito o que está acontecendo. Mas dependendo do resultado de hoje, todos os equilibristas de circo passarão a usar a camisa tricolor…… Só assim conseguirão se garantir das quedas.

          E torcedor tricolor não precisa de viagra, porque não cai….

          rsrsrs não podia sair sem piada, mas o futebol Brasileiro está uma piada.

          – Não podemos beber nos estadios, mas a FIFA PODE.
          – Temos de ter lugares marcados, mas não podemos escolher os lugares, a FIFA ESCOLHE.
          – O time perde o mando de campo, mas não perde a escolha de outro campo.
          ——- O Fla joga em Brasilia – casa cheia
          ——- O A tletico em Joinvile – Maior torcida.
          ——- O Vasco em Macaé – Maior torcida.

          Que punição é esta? que joguem em 2014 de portão fechado…..Sem torcida, isso é punição, é prejuizo….

          Feliz Ano Novo.. Campeonatos Novos…..e Regulamentos decentes.

  • Walter

    Venho por meio desse veículo de comunicação informar a minha grande, vou frisar, grande insatisfação com alguns profissionais da mídia. Será que podemos chama-los de profissionais? Sair de casa com a camisa do Fluminense hoje em dia é complicado. Infelizmente, vivemos em um país onde a maioria das pessoas é imoral. O “massacre” da mídia sobre o Fluminense não desmente esse fato. “Grandes defensores de furadores de filas”, isso sim! A partir do momento em que se participa de uma empresa ou instituição, o indivíduo que nela está presente, está sujeito ás ordens nela estabelecidas. O Fluminense cumpriu o regulamento exigido no meio que ele está integrado. E os clubes Portuguesa e Flamengo? Coitados! Não sabiam que escalar jogador com suspensão é contra a regra? Descumpridores da regra defendidos por profissionais sem ética. Um erro que em minha opinião é infantil. O Fluminense não foi favorecido! Com a perda de pontos por descumprirem as regras Portuguesa e Flamengo diminuíram o saldo de quatro pontos cada um, diminuindo assim, suas pontuações. Se o Fluminense não tivesse vencido a última rodada do brasileirão no jogo contra o Bahia não estaríamos, hoje fora do rebaixamento. Se tivéssemos terminado o campeonato com 43 ou 44 pontos, mesmo com o critério de desempate, hoje, nós que estaríamos rebaixados. Talvez, nessa situação imaginária a mídia não tivesse “pego no pé do Fluminense”.
    Quero deixar bem claro que o Fluminense cometeu vários erros durante o ano o que resultou em uma péssima campanha em 2013. O meu sentimento dentro da moral é que o Fluminense foi rebaixado. Não foi pelos esforços próprios que o Fluminense continuou na Séria “A”, mas sim pelo erro no cumprimento do regulamento por parte de dois clubes brasileiros: Portuguesa e Flamengo.

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