A Amarelinha lhes cai bem



A partida de ontem foi a última de Jean e Fred antes de se apresentarem à Seleção Brasileira, para o amistoso contra a Inglaterra, no dia 6. E eles mostraram porque ganharam a chance de Felipão, em sua reestreia no comando do Brasil.

Incansável, o volante atacava e marcava com a mesma eficiência. Se alguém errava um passe lá na frente, logo ele acionava o motorzinho e corria atrás do atacante adversário. Se fosse driblado, não ficava parado e corria até conseguir atrapalhar a jogada de ataque do Quissamã.

Seu companheiro de Amarelinha também não decepcionou. No primeiro jogo de Fred como titular em 2013, ele teve participação decisiva nos dois primeiros gols do Flu. No primeiro, sofreu a falta na entrada da área. No segundo, uma bela assistência para o amigo Wágner encher o pé. Mas não foi só isso. Ele gritou, orientou e reclamou – coisas que todo capitão que se preze deve fazer. Para finalizar a ótima atuação, deixou a sua marca, de pênalti.

Se a dupla da Seleção esteve bem, um companheiro que almeja uma vaguinha nela não ficou atrás. Diego Cavalieri – campeão do Superclássico no ano passado – saiu-se bem sempre que exigido.

Fica difícil parar o Fluminense com jogadores desse nível. Com o técnico Abel Braga voltando a escalar o time no 4-2-3-1 campeão brasileiro, a tendência é que, aos poucos, o Tricolor volte a ser a equipe (quase) imbatível de 2012. E o grande teste será no dia 13, contra o Caracas, o início da campanha da Libertadores, o grande sonho nas Laranjeiras.



  • Guilherme Milone

    Ficou provado que os apelos para Abel abandonar o esquema (horroroso) com 3 volantes e para barrar o Diguinho eram corretos. O passe funcionou (mais ainda depois que Wagner entrou) e a marcação foi muito mais eficiente (apesar de algumas furadas da dupla de zagueiros). Quanto ao inútil Diguinho, muito já se comentou sobre sua técnica indigente (passe ruim e marcação frouxa resultam em faltas e falhas), mas uma estatística parece inexorável: com ele em campo, o Flu tem baixo aproveitamento de pontos. Vencemos raramente! Deve ser o índice mais baixo de pontos por partida de todos os jogadores que atuam com regularidade! Só há uma solução: livrem-se dele!!! De preferência emprestem-no ao Corinthians ou Flamengo e assim ele poderá prestar serviços ao Flu quando enfrentarmos estes arqui-rivais. Saudações tricolores.

  • Leonardo Flu

    O melhor de tudo é que o Valência jogou no lugar do protegido Edinho (lento, pesado, cadeirudo e perna de pau) e o Abel disse que a escalação se deu devido a deficiência técnica do Edinho. Graças a Deus! Abel deve ter me ouvido, pois devo ser o único que aponta Edinho como um ponto fraco, fraquíssimo do time. Valência também erra, mas se expõe, corre, briga, funga no adversário, disputa cruzamento nos escanteios, coisa que Edinho não faz pois não tem sequer pique para voltar. É bom rapaz, agregador, bom carater, mas como joga mal.

    É assim: Começa o jogo com Edinho… O Flu ataca e time adversário tenta se livrar da bola; ela então vai para o nosso campo e ele – Edinho – sai soberano sem qualquer marcação a não ser da bola e dá preciosos passes burocráticos para o lado ou curtos para frente. Quando fazemos gol, o adversário, então, parte para o ataque. Ele – Edinho – se esconde, recuando e não indo em direção ao atacante, preferindo marcar alguém que só por um milagre vai receber a bola. Se este receber, aí é outro problema… nosso – é verdade. Ele não tem velocidade, perde quase todas no alto, tem carater, boa gente, mas não tem sangue. Inventaram que ele é um Xerifão (faz-me rir!) e – pelo tamanho dele – engana quem não faz leitura do jogo. O que Abel fazia, então, quando o adversário atacava? Para proteger Edinho, tirava um atacante (lembra-se contra o Figueirense?) e colocava alguém para ajudar… o Flu? Não, Edinho!

    Agora, com Jean e Valência teremos uma zaga mais protegida. O meio-campo da seleção da Colombia alia raça, velocidade, impulsão, posicionamento e o melhor: Não se omite.

    Parabéns, Abel! Antes tarde do que mais tarde.

    Em tempo: Alguém já ouviu algum locutor dizer: “Ganha na velocidade Edinho e retoma para o Flu!” ou “Vem Edinho na raça e recupera a bola!” ou “Se antecipa Edinho e leva o Flu à frente!” ou “Chega Edinho e desarma o ataque que partia em velocidade!” ?… Jamais.

    Agora vocês entendem porque tomávamos tanto sufoco principalmente quando estávamos a frente do marcador? Entendem porque minha rixa não é pessoal e sim, técnica? Percebem que ele deixa buracos porque sendo lento, pesado, cadeirudo e facilmente ultrapassável, todos caem do seu lado e ele foge, deixando a defesa em maus lençois?

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