Ator reforça torcida para o Fluzão!



O ator Carlos Bonow, atualmente na Record, apareceu no Engenhão para apoiar o Fluminense na estreia do clube na Copa Libertadores.

Ele passou os momentos antes da partida em um bar nas redondezas com amigos e estava ostentando o uniforme grená do Flu.

– Não consigo ficar em camarote. Já me ofereceram várias vezes mas tenho que ficar na arquibancada. Vou para a Bombonera, para o Engenhão… Estou onde o Fluminense estiver.

Carlos Bonow (último à direita) com amigos se preparando para o jogo (Foto: Wagner Meier)

O artista é do ramo do futebol. Ele foi goleiro nas categorias de base e chegou a ser campeão do mundo com a Seleção Brasileira de artistas em 2007.



  • fabricio

    e so quem nao foi e o tecnico do fluminense po tira o rafael sobis pra botar i thiago neves q ta fora de forma pq ele nao botou o wellington nem ele e tecnico de onde divisao de base do fluminese ? porra abel deixa de ser burro

  • Francisco Matias

    Abre parêntese: a arbitragem sul-americana é horrível, uma vergonha. Sem pulso, permite a eterna catimba argentina. Sem técnica, peca nas marcações. Hoje, entre elas, dois impedimentos patéticos que prejudicaram o Arsenal. E não é questão de estilo, como tentou justificar o narrador. É puro despreparo. Fecha parêntese, “vamos pro jogo”:

    Na saída para o intervalo, Deco, o único lúcido na equipe da casa, foi perfeito no diagnóstico: “começamos bem, mas depois passamos a errar a saída de bola”.

    Começamos bem porque pressionamos a saída de bola do Arsenal. E não tem segredo: time com poucos recursos técnicos, apertado, se enrola. Assim, não demorou muito, cerca de três minutos, para que o Fluminense abrisse o placar, através de Fred.

    O problema foi que, por volta dos 15, 18, feito observou Abel Braga no retorno para a segunda etapa, o Tricolor cismou de errar a sua própria saída de bola. Porque o sufoco do início se desfez. Porque, por isso, a pelota fatalmente acabava por chegar ao setor defensivo do time.

    Mas, antes de descer o malho no setor defensivo, filme repetido em relação ao ano passado, gostaria de tecer algumas palavrinhas em direção à diretoria, ao treinador e ao patrocinador: puta que pariu, ó caras, precisa de mais o quê para vocês perceberem que as constantes reclamações em relação à retaguarda não eram mera cornetagem?

    Os dois volantes não acertam passes de meio metro. Embora, justiça seja feita, Edinho corra feito louco. Algo que não se pode dizer de Diguinho. Que se esforça nos primeiros momentos da partida, é verdade, mas depois cansa pela falta de ritmo de jogo.

    Nas laterais e no miolo duas novidades, duas antigas, duas recentes temeridades. Bruno e Anderson parecem sentir o peso da camisa. Carlinhos, sei lá, o da idade (?). Leandro Euzébio, o da extrema ruindade.

    De Sóbis e Wagner não há o que falar. Tanto que Abel deve ter decidido no palitinho quem tirar para o requisitado Thiago Neves colocar.

    Tentativa de equilibrar o time, mal não apenas das pernas, também da cabeça. Porque foi de preocupar os cartões amarelos recebidos por Fred e Deco, nossas teóricas fortalezas, além dos vermelhos de Leandro Euzébio e Wagner, esse último que espero não se torne motivo de tristeza.

    Quem acompanha o blog há mais tempo provavelmente percebeu que esse foi o primeiro texto sobre uma partida do Flu que escrevi no ano. A abstinência foi proposital. Não para mim, mas para a maioria, o ano tricolor começava hoje. Pois, então, começou de maneira pífia. Trazendo, não importa a magra vitória, um Arsenal de preocupações.

    Que Abel Braga trate logo de regular suas armas.

    Abraço e boa noite!

    (O texto não é meu, porém achei o mais adequado, o mais justo comentário)

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