Com craques, Nike lança nova linha casual. Veja entrevistas com Kevin Durant e Nadal



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Mais novo lançamento da linha casual da Nike, a coleção Tech Pack traz versões renovadas de ícones do sportswear e reúne, pela primeira vez, as tecnologias Nike Tech Fleece e Nike Tech Knit na mesma peça. Na linha, o clássico moletom de gola careca e o moletom com capuz trazem uma estrutura de Tech Fleece, feita com uma camada leve e flexível de espuma plush, responsável por segurar o ar e manter o corpo aquecido. Garante, ao mesmo tempo, ventilação, isolamento térmico e liberdade de movimentos.

Já as mangas Tech Knit das peças têm uma textura com cores que vão mudando conforme o movimento do corpo, semelhante ao visual exibido pelos atletas que vestiram as jaquetas de pódio durante a Olimpíada do Rio. A Coleção Tech Pack 2016 estará disponível a partir de 1º de setembro em Nike.com, e em lojas Nike Sportswear. A linha tem como representantes os craques Kevin Durant, do basquete, e o tenista Rafael Nadal.

Aproveitando o lançamento, Durant e Nadal deram longas entrevistas, ambas disponibilizadas pela Nike. Veja abaixo.

KEVIN DURANT

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Na próxima temporada você vai comemorar dez anos de NBA. Dá pra acreditar que já se passou uma década?
Não, não dá. Nem acredito quando penso que já estou na NBA há dez anos. Parece que aquela peneira de 2007 foi ontem. Eu me diverti muito, e quero mais. Aprendi tanta coisa, e estou ansioso para viver novas experiências.

Qual foi seu maior crescimento desde a primeira temporada em Seattle?
Acho que meus maiores aprendizados foram os erros que cometi. Enfrentei grandes adversidades, mas consegui me recuperar e usar essas experiências para melhorar. Na verdade, acho que é por isso que ainda estou aqui, jogando. Continuo ficando melhor, mais forte.

Se você pudesse voltar no tempo e dar um conselho para si mesmo quando ainda era novato, o que diria?
Eu diria o seguinte: “aproveite todos os momentos. Não fique se cobrando muito, divirta-se. É só uma partida de basquete”. Eu repetiria isso para mim mesmo todos os dias. Tenho certeza de que teria me ajudado. Comecei a jogar basquete simplesmente porque eu queria me divertir. Quando entrei para a NBA, passei a me cobrar muito. Achei que estava num patamar diferente, que o jogo tinha mudado. Mas no final das contas o que importa mesmo é se divertir e jogar basquete. Só isso.

Você já teve tantas conquistas: MVP [Most Valuable Player, reconhecimento dado pela NBA ao jogador com melhor desempenho durante uma temporada], títulos de cestinha. Essa busca pelo título do campeonato te estimula?
Essa busca é tudo para um jogador. É maravilhoso ser reconhecido individualmente, mas o basquete é um esporte coletivo. Nosso objetivo final é vencer o campeonato – não apenas por nós mesmos, mas pela cidade, pela equipe, por nossas famílias. Estou animado para sentir isso de novo com meu time, e vou continuar batalhando por títulos.

Você mostrou ser um ótimo líder, dentro e fora das quadras. O que é preciso para ser um bom líder?
Um bom líder é alguém que, no passado, seguia outra pessoa, admirava alguém e soube aprender com isso. É assim que a gente aprende as qualidades necessárias para comandar. Um bom líder mantém o grupo unido, forte, está sempre incentivando e apoiando o time. A melhor coisa que um líder pode fazer é incentivar os outros. Isso tem um impacto muito positivo no meu time. Faz com que todos nós busquemos dar o melhor, diariamente.

Você conquistou a medalha de ouro no Rio. O que a Olimpíada representa para você? Você se orgulha de representar seu país?
A Olimpíada é tudo para mim. É uma oportunidade maravilhosa de usar meu talento esportivo para representar meu país e competir com outros atletas espetaculares de todo o mundo. É muito legal disputar uma Olimpíada com diferentes países, com gente de diferentes crenças, etnias, culturas. Isso faz a gente dar valor ao esporte de todo o planeta.

Você tem uma grande paixão pela fotografia. Pode falar um pouco sobre isso?
A fotografia me ajuda a estar concentrado naquele momento. É uma chance de registrar uma coisa que está acontecendo agora, antes que ela desapareça. A gente tem tantas lembranças boas quando olha pra uma foto. O registro daquele momento permite voltar no tempo, viver de novo e relembrar aquilo com clareza.

Se você pudesse fotografar uma coisa – seja uma pessoa, um acontecimento, um lugar –, o que seria?
Eu adoraria ser uma mosquinha pousada na parede do Salão Oval [escritório do presidente dos Estados Unidos] e ver o presidente Obama em ação, trabalhando. Ele tem o emprego mais importante do mundo. Seria maravilhoso registrar as expressões no rosto dele, observar como ele lida com a pressão do dia a dia e fotografar isso com uma câmera.

Os jogadores da NBA são notórios por criar tendências. Na sua opinião, qual a próxima grande tendência?
É difícil dizer. Tem tantos estilos rolando ao mesmo tempo. Mas vejo que o vintage está voltando com tudo. Acho que todo mundo está buscando um visual mais antigo, dos anos 80 e 90.

Qual a sua tendência preferida no momento?
Gosto muito de roupas de inspiração vintage, com aquele jeito meio surrado, como se fossem peças antigas de exército ou de guerra. Gosto de casacos impermeáveis, camisetas desfiadas e jeans rasgados.

Você usa o Tech Pack há alguns anos. Para que tipo de atividades você costuma usá-lo? Por quê?
Uso o Tech Pack o tempo todo, em todas as ocasiões, para ir a qualquer lugar. Vou a jogos, a restaurantes, saio na rua com ele. É super confortável, e ao mesmo tempo tem muito estilo. A Nike fez um trabalho maravilhoso: ele pode ser usado em qualquer situação. O Nike Tech Pack provavelmente é o que mais uso no meu armário. Visto para viajar de avião, para ir aos treinos, para sair depois de do jogo, jantar fora, tudo.

Quais são os pontos fortes do seu jogo?
Acho que meu ponto forte é a versatilidade. Eu meço 2,06 metros, e por isso consigo fazer muita coisa na quadra. Posso arremessar, passar, driblar, pegar rebotes, defender. Ter todas essas habilidades confere uma dinâmica diferente ao nosso time.

RAFAEL NADAL

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Conte para a gente o que você sente quando está competindo. Nervosismo, animação?
Acho que sinto um pouco de tudo. É claro que uma competição faz a adrenalina subir mais do que o normal. A gente fica um pouco nervoso, sem dúvida. Mas acho que um pouquinho de nervosismo faz bem para a competição. Costumo ficar com a adrenalina alta e sentir uma pontinha de tensão. Desde que essa tensão esteja sob controle, ela é positiva. Em geral, tenho um bom autocontrole, além de me sentir animado e motivado pelos jogos.

Sua carreira é impressionante. Você já parou para pensar em tudo o que conquistou – e como?
Bom, a gente tem consciência das próprias conquistas, né? O problema no mundo do esporte é que não costumamos ter tempo para desfrutar de tudo isso. A vida e a carreira continuam. Quando a gente tem uma rotina de competições, parece que o que veio antes não é tão importante assim. Mas quando a carreira acaba, as coisas mudam. A gente para e pensa em tudo o que fez. Enquanto a gente ainda está competindo, porém, segue sempre em frente, quer sempre mais. É claro que tenho consciência de todas as minhas conquistas. Mas isso não significa que eu não queira ir ainda mais longe.

Se você pudesse escrever o próximo capítulo da sua carreira, como ele seria?
Não tenho a menor ideia de como será o futuro. Cabe a mim continuar trabalhando com afinco, como sempre fiz, e torcer para que tudo corra bem. Fora isso, é difícil saber o que vai acontecer. Estou sempre animado para seguir em frente e lutar por aquilo que me faz feliz.

O que mais te motiva fora das quadras?
Eu adoro esportes. Gosto de ficar com minha família e assistir esportes, tanto como jogador quanto como espectador. Não consigo imaginar a vida sem esportes, mas é claro que existem outras coisas maravilhosas, que me dão muita alegria. Adoro estar perto do mar, minha vida sempre foi muito ligada à água. Venho da ilha de Maiorca, e sempre morei perto do mar.

Para você, como é um dia perfeito? O que você mais gosta de fazer?
Sem contar o tênis, certo?

Isso.
Adoro jogar golfe. Para mim, o ideal seria levantar, sair para jogar golfe, voltar para casa, almoçar com a família e passar a tarde na praia com eles. À noite eu sairia para jantar com amigos e depois iria para alguma festa.

Como você descreve seu estilo pessoal?
Gosto de usar roupas informais. Eu prezo o conforto. Tento me vestir com a roupa adequada para cada ocasião, mas em geral sou bem informal. Gosto de roupas confortáveis, que se adaptem ao corpo – e as roupas esportivas fazem isso.

Qual a diferença entre o que você usa dentro e fora das quadras?
Acho que meu estilo é mais agressivo quando estou em quadra, com cores vivas, que transmitem energia. Fora das quadras meu visual é mais tradicional.

Como o Nike Tech Pack se adapta ao seu estilo?
Muito bem. Para falar a verdade, perfeitamente. Conforme eu disse, gosto de roupas confortáveis. O tecido do casaco Tech Pack é maravilhoso. Ele se adapta totalmente ao corpo. O casaco Tech Pack traz o conforto de que preciso e tem um material superconfortável. Uso essa peça há anos, e realmente adoro. Dá para usar o tempo todo, e tem o visual informal de que gosto.



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