Entre a lógica e a falta dela



Joel Santana teve a semana inteira para trabalhar. Sonho de todo técnico é ter tempo para descansar, recuperar os jogadores e depois promover os trabalhos que devem se reproduzir durante o jogo do fim de semana. Isso você ouve e lê dia sim, dia também no noticiário futebolístico.

Pois não havia como a derrota para o Ceará não cair na conta de Joel. Por mais que treinador e vários jogadores tenham afirmado que a partida estava boa para o Vasco até o primeiro gol; Por mais que o primeiro gol tenha sido de forma irregular e o segundo tenha desviado na barreira (ou efeito que tornou difícil a defesa).

Por qualquer motivo mais que possa se pensar, é fato que o Cruz-Maltino foi presa fácil. De quantos chutes a gol do Vasco no jogo de sábado você lembra? Pois é.

Foi por receio dos três atacantes (dois próximos à área) que Joel escalou três zagueiros. Três de ataque, três de defesa. Ok. Mas por que não conter o avanço dos seus laterais? Ficariam quatro contra três – ou seja, um na sobra – sem comprometer o esquema tático treinado durante a semana. Sem precisar deixar Douglas sozinho na criação.

Foi opção do treinador que, em décadas, tantos jogos ganhou no segundo tempo. A posse de bola do Vasco aumentou na segunda etapa? Sim, mas a improdutividade foi a mesma. Pelo contrário: bagunçado, nada dava certo ao time.

O treino desta segunda é o único antes do time enfrentar o Vila Nova. Dificilmente alguma atividade mais desgastante vai ser dada. Mesmo que na base da conversa, o time precisa se reajustar para cumprir a obrigação de vencer um time já rebaixado.



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