Vitória como alento



* Texto do repórter Alexandre Araújo a ser publicado no LANCE! desta quinta-feira

Uma atuação com a que o Vasco teve contra o Treze em  véspera de feriado foi até uma covardia com os cruz-maltinos que optaram torcer pelo seu time de coração. Mas se algo os fez sorrir foi a esperança. Aliás, a esperança de ver jogadores criados na base de São Januário brilharem na equipe profissional.

Outro sentimento que deve ter dado o tom da noite de ontem foi a saudade. Saudade do tempo em que Resende, América-MG, Luverdense e Treze não dariam sufoco e nem sequer dor de cabeça.

A esperança pode-se creditar, principalmente, a Thalles, jovem que fez os dois gols cruz-maltinos e evitou um vexame em Campina Grande. Além disso, a entrada de Marquinhos do Sul e Yago, outras duas crias da base, mudaram a cara do time. Até porque, Reginaldo e Montoya não acertaram absolutamente nada que tentaram na primeira etapa. Foram péssimos.

Apesar da vitória e de ter ficado mais próximo da terceira fase da Copa do Brasil, convenhamos, é melhor o Vasco acordar, pois a temporada ainda não acabou, muito pelo contrário. Acho que a última partida em que o cruz-maltino entrou em campo para valer foi há cerca de três semanas, na final do Carioca. Jogo esse que fez com que os mesmos torcedores acreditassem em um fim de primeiro semestre e uma Série B um pouco mais tranquila.

O triunfo no Amigão pode ser o ânimo para equipe de Adilson Batista voltar aos trilhos e aliviar a pressão depois dos últimos resultados nada favoráveis.

Que a esperança seja não só de ver os jovens da base, mas que seja renovada também em um âmbito maior e atinja o torcedores, o elenco… Que as vitórias voltem a ser corriqueiras!



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