Apenas um ensaio técnico



* Texto do repórter Alexandre Araújo, publicado na edição do LANCE! desta quinta-feira

Vasco da Gama, nota 9.8. Se a equipe cruz-maltina fosse uma Escola de Samba não teria levado o tão esperado 10. O desfile não foi lá dos mais empolgantes e pouco animou os presentes à arquibancada. Porém, o que importa é vencer e isso o time de Adilson Batista fez. Em dia de Unidas da Tijuca campeã, os cruz-maltinos puderem entoar a homenagem ao clube feita pela agremiação em 1998, ano do centenário: “Vamos vibrar meu povão (é gol, é gol) / A rede vai balançar, vai balançar / Sou Vasco da Gama, meu bem / Campeão de terra e mar”.

Na passagem do Vasco pela avenida, o destaque foi Edmilson. Integrante da comissão de frente, o camisa 7 fez gol, deu passe para Reginaldo – que desperdiçou a oportunidade – e bastante trabalho à defesa adversária. Uma falta dura o tirou do jogo de forma precoce. Para não deixar buracos e prejudicar a harmonia, o jovem Thalles foi o substituto.

O ritmista da equipe, mais uma vez, foi Douglas. O camisa 10 conseguiu segurar bem a bola, driblou, bateu uma falta com perigo e criou boas jogadas. Na ala do meio de campo, o volante Aranda foi outro que se saiu bem.

Quanto à bateria, até que a torcida vascaína não deixou a desejar (apesar da pouca presença) e fez muito barulho.

Não foi uma partida muito animadora, mas o resultado fez o time ficar ainda mais perto da classificação às semifinais do Carioca. Que tenha sido apenas um ensaio técnico para que a grande apresentação venha nas finais.



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