Bem atrás, mas tímido no ataque



* Texto do repórter Bruno Braz

O técnico Adilson Batista tem a missão de, nas próximas três rodadas, encontrar o equilíbrio entre a defesa e o ataque. Se com o esquema de três zagueiros ajeitou o sistema defensivo, também tornou o time pouco ofensivo.

Assim como já havia acontecido no primeiro tempo do jogo contra o Grêmio, o esquema com três zagueiros funcionou no quesito marcação na etapa inicial.

Bem postada, a equipe deu poucos espaços ao Corinthians e, mesmo com a situação difícil na tabela, manteve o controle e a tranquilidade.

Faltava, porém, uma maior criatividade no apoio, o que deixou o Vasco pouco ameaçador. Marlone estava muito bem marcado por Ralf e Edmilson acabou ficando isolado na frente. Fagner atuava como um falso meia, entretanto, estava pouco inspirado.

Veio o segundo tempo e Adilson promoveu mudanças que mudaram a postura tática do time. Thales entrou no lugar de Marlone e Francismar no de Wendel. O desempenho, porém, pouco mudou. A defesa continuou sólida e o ataque pouco inspirador.

O técnico tinha a opção de Bernardo, de longe o mais criativo, mas preferiu deixá-lo no banco.

No fim o Vasco até teve alguns bons contra-ataques, mas não conseguiu executar bem as jogadas e acabou não saindo do zero.



  • André Luis

    O Sentimento Não Para mas o time é uma merda.

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