Vasco jogou como gigante



*Texto do repórter Bruno Braz

N ão foi uma partida espetacular, aliás, longe disso. Mas o Vasco jogou como Vasco, honrou suas tradições, atuou como time grande e fez o seu papel: venceu. Precisando da vitória, o Gigante da Colina iniciou a partida indo para cima e procurava explorar os lados do campo, tanto com os laterais quanto com Marlone e Francismar, que caíam pelas pontas.

O Coritiba oferecia espaços e, aos poucos, o jogo foi ficando bom para o Vasco. Porém, logo no começo, Juninho sentiu a virilha direita e teve que deixar o campo, o que deixou os torcedores apreensivos.

No entanto, mesmo sem seu principal jogador, o Vasco continuou pressionando. Os atletas do Coxa pareciam intimidados e passaram a cometer inúmeras faltas. Numa delas, Marlone cobrou com perfeição na cabeça de Edmilson, que abriu o placar no Moacyrzão.

Na etapa final, o Gigante da Colina continuou disciplinado taticamente. Justiça seja feita, outrora criticados, o goleiro Alessandro e o zagueiro Cris fizeram uma partida muito segura. Jomar foi absoluto nas antecipações.

Tomando poucos sustos,  o Vasco seguiu controlando a partida e, numa linda jogada do habilidoso Marlone, Edmilson empurrou para dentro e fez mais um, para delírio da torcida no Moacyrzão.

Porém, quando o jogo parecia decretado, o Coxa achou um gol e deu ares dramáticos à parte. Como guerreiros, os jogadores defenderam o Vasco como puderam e seguraram o importantíssimo placar.

A luta continua, Gigante!



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