Planejamento ruim e falta de títulos enfraquece situação no Flamengo - Resenha da Bola

Planejamento ruim e falta de títulos enfraquece situação no Flamengo



As contas estão em dia e a diretoria do Flamengo se orgulha de ter colocado as finanças do clube em dia. Não só isso, colocou o Rubro-Negro entre os mais ricos do Brasil, algo visto como quase improvável no início dos anos 2000. Contudo, a situação que achava que isso seria um trunfo nas eleições vê tudo escorrer entre os seus dedos depois de mais um ano de fracassos esportivamente. Assim, Ricardo Lomba – atual vice de futebol e candidato à presidência rubro-negra – deve ter seus planos adiados.

Conselheiros do Flamengo não querem a direção que fracassou no futebol seguindo o poder. Os próprios dirigentes sabiam que vencer o Brasileiro era primordial para os planos de mandato. Mesmo com chances mínimas de títulos, todos já jogaram a toalha. A mudança no poder do clube está encaminhada. Além disso, a montagem do elenco é questionada fortemente pelo Conselho Diretor.

A falta de peças importantes no sistema defensivo e a maior crítica. O Flamengo só preocupou em se reforçar com atletas ofensivos e manteve nomes como Para, Rever, Rodinei entre outros formando a contenção. Para alguns, a mesma política adotada pelo Real Madrid no início do século, chamada de “Zidanes e Pavones”, onde o clube trazia nomes gigantes de ataque e apostava em jogadores pífios na defesa.

Os constantes erros de planejamento esportivo é comemorado pelos oposição no pleito, liderada por Rodolfo Landim, favorito ao cargo agora mais do que nunca.

Outra grande crítica a formação do elenco e a falta de pulso da maioria dos jogadores. Basta observar que dos 5 primeiros colocados o Flamengo venceu somente o Inter, no início do campeonato. Não venceu Palmeiras, São Paulo e Grêmio – ainda perdeu para o Colorado no Beira-Rio e tem mais uma partida com o Grêmio em casa para disputar. Nos clássicos, sequer venceu o Vasco e foi derrotado pelo Botafogo, em jogo decisivo nas pretensões de conquista.

A oposição do Flamengo se apoia nos fatores esportivos. Promete manter o ótimo equilibrou financeiro e fazer o clube vencer esportivamente grandes competições. Os conselheiros e a torcida desistiram da gestão Bandeira de Mello. As falhas ao longo dos seis anos dentro de campo custarão caro nas eleições. Agora é esperar por um 2019 melhor nas quatro linhas. A tendência é que seja com outro grupo à frente do clube de maior torcida do Brasil.



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