Não existe pior treinador na Série A do que Fernando Diniz - Resenha da Bola

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Não existe pior treinador na Série A do que Fernando Diniz



Jogo bonito que todo mundo esperava não existe. Vitórias que todo mundo acreditava não existe. Esse é Fernando Diniz. Ninguém igual consegue ter um aproveitamento tão medíocre quanto o treinador do São Paulo. O elenco tricolor pode não ser uma primazia, mas ruim também não é. Fernando Diniz beira ao patético, mas tem gente que defende.

Basta pegar o histórico dele por Athlético PR e Fluminense. Em 27 jogos, venceu apenas 5. Isso em dois anos de Série A. Perdeu 16 e empatou seis. Pelos São Paulo é menos horrível. São seis vitórias, três empates e cinco derrotas. Em 14 jogos perdeu mais que seu antecessor. Porém, levou 13 gols, enquanto Cuca Levou 15. Isso com muito menos jogos. Gols que é bom o time continua sem fazer. Jogar bem que era o que pregava nem se fala. Até ganhou de 3 a 0 da Chapecoense com um futebol sofrível. E daí? Ganhar da Chape, com um time fraco, a maioria ganhou. Não a toa os catarinenses já estão rebaixados e somam 20 derrotas.

O São Paulo pode até ir para fase a grupos, porque os outros fazem muita força para não irem. Mas o trabalho de Diniz beira ao ridículo. Como é normal em sua carreira. Saiu do Furacão e Tiago Nunes levantou duas taças. Saiu do Fluminense e Marcão – mesmo contestado – praticamente livrou os cariocas da degola. Mas tem gente que gosta. Principalmente na imprensa. Tem ideias boas. De boas intenções o inferno também está cheio, como nossos avós sempre falaram.

Basta pegar os números. Desafio qualquer um a achar um desempenho pior do que o de Fernando Diniz na história dos pontos corridos. Desafio qualquer tricolor carioca ou qualquer torcedor do Athlético a defender o seu pífio trabalho. Diniz deve ser legal com os jogadores. Talvez seja um ótimo amigo, mas nenhum torcedor quer ele treinando seu clube. É disparado o pior já existente nos pontos corridos e na Série A nos últimos anos.

Leco, presidente do São Paulo e Raí, diretor de futebol, não cansam de passar vergonha. Transformaram o clube em piada pronta. Diniz é cereja no bolo da pior diretoria também da história do clube. Se tivessem um pouco de bom senso, ou se entendessem um pouco de futebol, saberiam que fizeram a pior escolha existente.

Mas não querem dar o braço a torcer. Quem sofre é o torcedor. A verdade é que quem tem o mínimo de conhecimento – não precisa ser do meio do futebol – sabem que Fernando Diniz não tem condição nenhuma de treinar clubes grandes, muito menos um São Paulo carente de títulos que é.

É uma vergonha acreditar nisso. É uma vergonha ver Diniz a frente do time. Mas para Raí esta tudo ótimo, é daqueles que acredita que a solução para o aquecimento global é manter o treinador. Mas esquece que Leco vai virar as costas assim que puder. Que saiam abraçados. Mas nitidamente, essa dupla não tem condição nenhuma de estar a frente do São Paulo.

E Fernando Diniz não tem condição alguma de treinar qualquer equipe de Série A. Os números estão aí. É com certeza o pior treinador já visto na elite. As ideias são boas, mas a prática é uma piada. E de mau gosto. Com o torcedor são paulino. Os rivais adoram. Ver Fernando Diniz treinando o São Paulo.

Por mais que estejam em má fase, como utiliza-se Helinho e Gabriel Sara, jovens, em um jogo contra o Grêmio na Arena, perdendo de 3 a 0 e sequer pensa em Pato e Hernanes? Nos treinamentos, eles dormem em campo? Não existe qualquer explicação plausível para tal atitude medonha. Sara é muito novo, Helinho já mostrou que não tem condição alguma em jogar em alto nível. Mas ele pretere Pato e Hernanes por eles? Não tem como explicar.

É melhor ele se acostumar, porque sua carreira, com todo respeito, é para Audax. Se não se reciclar, será marcado como um dos piores já visto em todos os tempos.

 



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Autor

Guilherme Abrahão

Formado em jornalismo pela Facha, no Rio de Janeiro, Guilherme é natural de Piracicaba, no interior de São Paulo, mas radicado no Rio de Janeiro. Foi responsável, no próprio LANCE, pela cobertura diária durante cinco anos de Fluminense e, por um ano, do Botafogo. Passou também pelo Extra, onde foi responsável pelo dia a dia do Tricolor carioca. Tem ainda passagem pela Garra Comunicação assessoria, trabalhando em grande parte com eventos e atletas de MMA. Retornou como editor do LANCE  e, agora, setorista de Flamengo para falar do que mais gosta de escrever: futebol.

guilhermeabrahao@lancenet.com.br

@g_abrahao