CEP fala com exclusividade sobre planejamento do Botafogo e situações contratuais para 2018 - Resenha da Bola

CEP fala com exclusividade sobre planejamento do Botafogo e situações contratuais para 2018



CEP falou com o Blog, com exclusividade, sobre a situação do Botafogo para 2018

O presidente do Botafogo, Carlos Eduardo Pereira, conversou com exclusividade com o Blog Resenha da Bola, para falar sobre o último post publicado por aqui, sobre o planejamento e situação contratual de alguns jogadores do clube, entre eles o lateral-direito Luis Ricardo. O Blog deu voz ao mandatário para explicar a situação de cada um e como o Alvinegro tem trabalhado nessa reta final. Ele também falou como está a situação de Montillo e um possível retorno. Acompanhe na íntegra as declarações de CEP.

– Houve um enfoque baseado apenas nos levantamentos de vocês, sem ouvir o clube. Estive na sexta-feira no Nilton Santos e conversei com a imprensa e com os jogadores. Antes da gente olhar só um lado, temos que ouvir também a versão  do clube. Tem que ver que o clube tem todo o planejamento que ele pode acelerar ou não.

Resenha: Mas como está a situação de planejamento do Botafogo apra 2018? No caso de jogadores em que o vínculo chega ao fim recentemente…
CEP: 
Não são só aqueles jogadores ali (Roger, Luis Ricardo e Dudu Cearense). A nossa decisão foi deixar tudo que se refere de renovação após ao término do campeonato. Estamos buscando objetivos ainda, não dá para falar sobre 2018, por agora. E o campeonato decide nossa colocação. E com a posição vamos ter mais ou menos receitas. Não podemos acelerar um processo de renovação de contratos sem você ter a garantia do que vai acontecer. É perfeitamente normal que você conduza esse processo com o desempenho da equipe em campo. Temos que ter um orçamento, algo que sempre trabalhamos dentro. Essa é nossa filosofia.

Resenha: Partindo pela questão do Roger. É uma renovação que parece que vem se arrastando. Como está esse andamento?
CEP:
A questão do Roger, o empresário já recebeu a resposta do Botafogo. Não é como foi dito que não nos mexemos. Essa informação é equivocada. E se ele não correu para conversar conosco, o negócio não parece ser tão emergencial para as partes. Eles tem nossa oferta e não temos retorno. O caso do Roger é uma análise que não envolve dentro de campo, já que não é por desempenho porque ele não vem jogando. Estamos esperando uma resposta e dentro do nosso orçamento vamos trabalhar para 2018, assim também que nossa colocação na competição for definida.

Resenha: O caso mais emblemático é o do Luis Ricardo. Ele assinou o contrato, mas não foi registrado. Ele é um jogador que vocês já contam para 2018? Como está esse andamento?
CEP: 
Não existe pressa da nossa parte, porque, como disse, o Brasileiro está em andamento. Ele tem contrato até o final do ano. Não temos que acelerar esse processo. Não estou disposto a fazer analises individuais esse ano. Isso só atrapalha. Temos experiência e, fazer esse tipo de coisa, só atrapalha o ambiente do grupo. Cria um processo de falta de concentração porque as pessoas passam a pensar nos problemas salariais de luvas e prazos de contrato. Mas e o Luis Ricardo? Não é só ele. Tem Roger, Dudu. E o Guilherme? Vamos ficar com ele? E o Victor Luiz? Tudo isso tem que ser visto depois, quando soubermos do nosso orçamento concreto. Se a gente começar analisar um por um, vai ser complicado agora.  Todo plantel tem suas particularidades. Se entrarmos nesse trabalho, estamos dando um tiro no próprio pé. E não podemos.

Resenha: O Luis Ricardo, com esse contrato não registrado, mas já assinado. Fica em situação complicada, porque em tese ele pode assinar um pré-contrato com outro clube, mas se o Botafogo registrar ele na CBF, o jogador pode ter problemas. Como fica?
CEP: 
O empresário dele já falou comigo e eu disse que só vou tratar desse assunto após o fim do campeonato. Se qualquer jogador tiver proposta, seja ela qual for ele tem que nos trazer e nós vamos analisar caso a caso. Ao fim do Brasileiro, vamos fazer nosso planejamento, sentar todo mundo junto e pensar em um 2018. Não podemos dar um passo maior do que a perna. Não é nossa filosofia.

Resenha: O Montillo é um caso a parte desse planejamento? Vocês contam com a volta dele em 2018, independente da situação final no Brasileiro?
CEP: Não tem nada de Montillo. Esse é mais embrionário ainda. Não falamos de nada. Gostamos do jogador, ele gosta da gente e por enquanto é só isso. Não temos nada pensado para 2018. Interessa, é lógico, mas não conversamos ainda. A temporada de 2018 só começa a partir do fim do Brasileiro. Ali vamos trabalhar firme, pensando no melhor para o Botafogo.



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