Suspensão de Guerrero pode trazer alívio para diretoria do Flamengo - Resenha da Bola

Suspensão de Guerrero pode trazer alívio para diretoria do Flamengo



A suspensão de Paolo Guerrero foi um balde de água fria para o Flamengo. Porém, dentro da diretoria, não foi vista com péssimos olhos. Como o contrato do jogador iria até agosto, e ele ficará fora por mais oito meses, o Rubro-Negro não pode prolongar o vinculo do jogador. Sendo assim, a saída dele, alivia cerca de R$ 700 mil mensais na folha salarial e dá fundos para investir em uma nova contratação.

A situação já não era das melhores. Por discussões de tempo de contrato – e até de valores – Flamengo e o staff do peruano não se entendiam. O Fla queria um contrato mais curto, com uma prioridade de um ano de renovação e sem luvas, enquanto o atacante e seus agentes queriam um vínculo longo, com luvas negociáveis, que fossem o último grande vínculo de sua carreira. As conversas estacionaram por pedido do próprio jogador.

O plano era espera a Copa do Mundo e que Guerrero voltasse valorizado. Em seus últimos meses de mandato, Eduardo Bandeira de Mello sabia que se o camisa 9 voltasse em alta, sofreria pressão da torcida para renovar. E Guerrero queria continuar no clube. A suspensão de oito meses o deixa de fora das dependência do clube por pelo menos seis meses. Até lá, nem contrato ele terá mais e será o mês de novembro, o das eleições rubro-negra. O último mês de Bandeira.

Para quem está em sua chapa, a suspensão foi um alívio. Com a folha salarial enxugada neste valor, o presidente sabe que pode fazer uma grande contratação para vestir a camisa 9 e deixar o clube, talvez em alta. Se alguma chapa vencedora ainda quiser Paolo Guerrero em 2019 após a suspensão, que negocie diretamente. Bandeira abriu mão do negócio.



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