Tem início a Copa América Centenário. E a Argentina é favorita. De novo.



Atualizado às 21:48h de 03/06/2016

Estados Unidos e Colômbia abrem, na noite desta sexta-feira, na cidade de Santa Clara, na Califórnia, a Copa America Centenário. Apenas uma das concorrentes tem motivos para se arvorar a algum favoritismo: a Argentina, vice na Copa do Mundo do Brasil, em 2014, e na Copa América do Chile, em 2015. E, por ter Lionel Messi, atual melhor jogador do mundo segundo a FIFA, em condições físicas longe das ideais, não nos esqueçamos. Terá chegado a hora da seleção mais badalada pela mídia esportiva brasileira ganhar alguma coisa importante desde 1993?

Messi e a Argentina são favoritos de novo, (foto - Arquivo Lance!)

Messi e a Argentina são favoritos. De novo. (foto – Arquivo Lance!)

Os Estados Unidos, além de anfitriões, tem evoluído consistentemente nos últimos anos, em todos os níveis. Já a Colômbia pode ser encarada, mais uma vez, com respeito por conta do excelente José Pekerman e pelos talentos que possui – notadamente James Rodriguez -, e ser cobrada pela necessidade de se afirmar como uma grande seleção de fato.

A seleção do Brasil chega mais respeitada pelos adversários do que pelo próprio público e mídia brasileiros. Dunga talvez esteja diante de sua prova de fogo definitiva, pressionado por uma campanha irregular e insatisfatória nas eliminatórias para a Copa da Rússia e a poucos dias de uma outra prova desafiadora: a busca pela medalha de ouro nos Jogos do Rio 2016. Seu planejamento especificamente para o torneio nos Estados Unidos parece comprometido pelas 6 mudanças na lista inicial que foi obrigado a realizar já em solo americano e sem Neymar, a estrela da companhia. Mas será que os escolhidos na última hora não acabaram por fortalecer a seleção?

Teremos um Chile recém campeão, mas envelhecido e sem o comando de Jorge Sampaoli. Um Uruguai combativo como sempre, mas dependente de um Luis Suárez fragilizado em termos físicos, e uma Costa Rica – surpresa da Copa no Brasil – sem seu melhor jogador, o goleiro campeão da Champions League, Keylor Navas. Já o México do técnico Juan Carlos Osório e do artilheiro Chicarito Hernandez vem de uma sequência impressionante de vitórias desde a chegada do técnico colombiano e sonha alto.

O colombiano Osório credenciando o México? (foto - Alfredo Estrella/AFP)

O colombiano Osório credenciando o México? (foto – Alfredo Estrella/AFP)

Os demais serão coadjuvantes de luxo ou nem isto.

Boa sorte, aos canarinhos, desacreditados como nunca!! E que esta Copa, que por pouco não resistiu aos escândalos da Conmebol, da Concacaf e da FIFA, nos gramados, seja, pelo menos, um sucesso esportivo.

 

 

 



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