O City de Guardiola vai repetir a façanha dos “The Invincibles” do Arsenal de Wenger?



O Manchester City lidera com folga a Premier League 2017/18 com 31 pontos somados até a 11ª rodada. São 8 pontos de diferença para o Manchester United, segundo colocado. Seu ataque já assinalou 38 gols, 15 a mais do que o United – enquanto sua defesa sofreu apenas 7. Nenhum outro time alcançou estes números desde a implantação da era Premier League na temporada 1992/93.

Não por acaso a mídia britânica começa a comparar o rendimento do City de Pep Guardiola com os “The Invincibles” do Arsenal de Arsène Wenger na temporada 2003/04 quando conquistou o título invicto e que tinha como formação básica: Jens Lehmann, Lauren, Sol Campbell, Kolo Touré e Ashley Cole; Gilberto Silva, Patrick Viera, Freddie Ljungberg e Robert Pirès; Thierry Henry e Dennis Bergkamp.

A equipe de Guardiola tem a média por jogo de 3.4 gols marcados, 18 chutes a gol e 720 passes trocados. Já os “Invincibles” de Wenger atingiram a média por rodada de 1.9 gols, 14 arremates e 483 passes. Naquela temporada o Arsenal terminou a Premier League com 90 pontos (78,9% de aproveitamento), 26 vitórias, 12 empates, 73 gols assinalados e 26 sofridos.

Kun Agüero é o maior artilheiro da história do Manchester City (foto – Lance!)

Claro, a temporada ainda não chegou ao final de seu primeiro terço, mas os números alcançados até aqui pela equipe do City na segunda temporada em que é dirigida pelo técnico catalão são impressionantes.

Além das estatísticas demolidoras a seu favor, o tipo de jogo desenvolvido pelo City vem sendo classificado por parte da mídia britânica como de “futebol total” no qual a defesa se transforma em ataque ou vice-versa numa velocidade alucinante. Fernandinho, David Silva e Kevin De Bruyne formam o meio campo base capaz de harmonizar o funcionamento desta máquina de maneira equilibrada, pujante e eficiente

Este estilo de jogo tem permitido que o argentino Sergio “Kun” Agüero ( 8 gols), o brasileiro Gabriel Jesus (8 gols), o alemão Leroy Sané (7 gols) e o inglês Raheem Sterling (7 gols)  brilhem quase com a mesma desenvoltura quando estão em campo. Guardiola tem aproveitado para revezar os quatro sempre que pode mantendo a força ofensiva de sua equipe em intensidade máxima.

Guardiola espera que G. Jesus não se desgaste pela seleção (foto – Pedro Martins – MowaPress)

A questão portanto é quem será capaz de deter este City de Guardiola? Não será fácil. Guardiola está tão focado no que está por vir que alertou seus jogadores que estarão à disposição de seleções nos próximos dias que eles disputarão partidas amistosas e que devem fazê-lo com inteligência evitando correr maiores riscos.

Na volta, a briga pela liderança e pela invencibilidade será ainda mais intensa e ele almeja contar com todos em boa forma. Afinal, o City ainda enfrentará pelo primeiro turno seus atuais perseguidores mais próximos: o Manchester United (09/12) e o Tottenham (16/12).



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