Iniesta, Piqué e De Gea protagonizam vitória da Espanha na EURO



Atualizado às 13:29h de 13/06/2016

 

A Espanha estreou no Grupo B da EURO 2016 com vitória sobre a República Checa, por 1 a 0, com um gol assinalado por Gerard Piqué aos 41 minutos do primeiro tempo em cruzamento milimétrico de Andrés Iniesta, eleito o melhor jogador da partida pelos visitantes do site oficial da UEFA.

Iniesta UEFA.

Como destaca o site do diário “Marca” a partida marcou o fim da era Ike Casillas e o início da de David De Gea, que no entanto, jogou com a camisa 13 e correspondeu à confiança do técnico Vicente Del Bosque, em especial, por uma defesa decisiva aos 47 minutos do segundo tempo ao defender um chute de dentro da grande área do meio campista checo Darid, num momento em que sua equipe já não contava com o craque Rosick substituído por Pavelka imediatamente após o gol espanhol.

A partida foi dominada amplamente pela equipe espanhola que trocou 690 passes com 87% de acerto, posse de bola de 67% e 17 tentativas de gol. Porém, a primeira jogada de perigo para a Fúria só surgiu com Morata apenas aos 15 minutos da partida.

É indispensável e justo também registrar a atuação extraordinária de Peter Chech no gol checo que funcionou como um paredão que parecia intransponível até a cabeçada mortal de Piqué.

Piqué acha que seu gol fez justiça à Fúria 9 foto - uefa.com)

Piqué acha que seu gol fez justiça à pressão da Fúria (foto – uefa.com)

Del Bosque, no segundo tempo, mexeu no meio campo e no ataque tentando encontrar uma solução capaz de furar o bloqueio checo: aos 16 minutos entrou Aduriz no lugar de Morata, aos 24 Thiago Alcâncara substituiu Césc Fábrega e aos 26 colocou trocou Nolito por Pedro. Mesmo assim, a seca dos atacantes espanhóis prossegue na medida em que o gol desta estreia foi de um zagueiro, apesar das inúmeras oportunidades criadas ao longo dos 90 minutos. Em entrevista após a partida Del Bosque admitiu: “é verdade que é difícil para nós marcar o gol”.

A vitória restabelece um mínimo de tranquilidade na seleção espanhola, mas não será capaz de resolver as limitações evidentes que ela tem demonstrado nos últimos tempos em transformar a posse de bola que costuma controlar ao longo das partidas em gols que assegurem as vitórias. Algo que nos faz lembrar uma determinada seleção que joga de camisa amarela e que acaba de ser eliminado de uma importante competição internacional nas Américas.

 

 

 

 



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