Brasil sofreu, mas mereceu vencer na estreia da Copa América



A Argentina empatou com o Paraguai depois de vencer por 2 a 0. A Colômbia perdeu para a Venezuela por 1 a 0. O Uruguai sofreu para vencer a Jamaica por 1 a 0. O Brasil virou sobre o Peru com participação importante de Neymar. Isto é problema? Por que Messi não fez a diferença para a Argentina ou James Rodriguez para a Colômbia?

A Seleção Brasileira sofreu para vencer na estreia, é verdade, principalmente por que tomou um gol inadmissível aos 2 minutos de partida. Não fez uma grande partida. Mas mereceu o resultado. Não jogou bem o segundo tempo, mas jamais foi ameaçado pelo Peru. Os dois times jogaram melhor na primeira etapa. Os números do Lance! confirmam: Brasil com 59% de posse de bola, 438 contra 260 de passes certos, 15 finalizações contra 4 dos peruanos, 2 a 1 no placar final.

Neymar 7em 44 gols em 64 jogos pela Seleção. (foto: Rodrigo Buendia/AFP)

Neymar, aos 23 anos, tem 44 gols em 64 jogos pela Seleção Brasileira. Onde ele chegará? (foto: Rodrigo Buendia/AFP)

A Copa América 2015 é produto de uma nova era do futebol sul-americano. Por isto ela registra resultados surpreendentes, inimagináveis anos atrás.

É patético criticar o Brasil por ser dependente de Neymar e, ao mesmo tempo, sentir saudade de seleções que tinham outros gênios como protagonistas. Ou seria possível ter Pelé, o Rei do Futebol, e não tê-lo como decisivo? O Brasil é o maior campeão do futebol por que sempre contou com jogadores extraordinários, que fizeram a diferença, que escreveram seus nomes na história.

É politicamente correto dizer que a Seleção de Dunga é baseada no Shaktar Donetsk, mas na verdade, ela é liderada pelo Barcelona, tríplice campeão, de Neymar e Dani Alves e por ótimos jogadores de vários outros times, inclusive do time ucraniano.

Foi no sufoco que o Brasil venceu. Foi no sufoco que Argentina e Colômbia não conseguiram o mesmo resultado.

A disputa entre Neymar, Messi e, vamos lá, James Rodriguez apenas começou.



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