Zagueiro Vinícius fala sobre a primeira temporada na Itália



Jogador de apenas 19 anos vestiu as camisas de  Real 3C Hatria e Albaronco em 2019/20

O zagueiro Vinícius disputou sua primeira temporada longe dos gramados brasileiros. O atleta vestiu a camisa de dois clubes da Itália em 2019/2020 e conta como a experiência internacional trouxe benefícios para a sua formação.

Foto: Divulgação

Vinícius, de apenas 19 anos, jogou pelo São Bento nas categorias sub-15 e 17 e ainda vestiu a camisa do Jaguariúna antes de se transferir para a Europa. Por lá, atuou pelo Real 3C Hatria e Albaronco, tanto nas categorias sub-20 como no profissional.

– Foi uma temporada de muito crescimento, com um mundo e um futebol totalmente diferente do que do Brasil. A palavra crescimento se encaixa perfeitamente como resposta – disse ele, que emendou:

– Minha maior dificuldade foi a transição para um novo modelo de jogo, tendo que jogar em várias posições diferentes e em várias formas diferentes. Acredito que sofri bastante nos primeiros quatro meses para me adaptar, tanto ao futebol, quanto a língua e cultura. Porém após isso já estava me sentindo muito a vontade em campo.

Vinicius atuou em 22 partidas pelo profissional e 18 pelo sub-20. A temporada foi encerrada precocemente por conta da pandemia de coronavírus. Mesmo assim, o atleta, que está no Brasil, projeta retornar para a Europa quando a situação se normalizar.

– Me mostrou uma outra forma de jogar futebol, ideias novas, novos pensamentos, obediência tática, entre várias outras coisas. Com toda certeza eu aprendi muito, um crescimento como jogador e como pessoa muito grande, em uma temporada tudo mudou.

O zagueiro ainda falou sobre a situação pela qual o mundo vem passando por conta da situação do vírus ao redor do mundo.

Leiam também:

EX-JOIA DA BASE DE CORINTHIANS E FLAMENGO BUSCA NOVO CLUBE APÓS PARALISAÇÃO

– Acredito que não só o futebol, mas o mundo está passando por uma grande transformação. Os mais bem sucedidos são aqueles que se adaptam em várias situações, independente do grau de dificuldade delas. Como todas as pessoas, os atletas e instituições têm que se reinventar, planejar novas formas de trabalhar enquanto estiver em uma quarentena. Quem conseguir traçar uma melhor estratégia de trabalho terá uma melhor retribuição quando as coisas se normalizarem. Daqui pra frente surgirão novas ideias e metodologias de treinamento, as pessoas vão mudar, acredito que para uma forma positiva. As dificuldades fazem com que as pessoas evoluam e essa é mais uma delas – completou.



MaisRecentes

Laterais brasileiros brilham e despontam como destaques do Campeonato Croata



Continue Lendo