Goleiro Phelipe Megiolaro do Grêmio se reapresenta após passar 15 dias treinando com a Seleção Brasileira que se preparava para a Copa América



Foto: Divulgação

O goleiro Phelipe Megiolaro tem apenas 20 anos, mas muita história para contar. Uma das opções para o gol do Grêmio, o jovem camisa 1 se reapresentou no início da semana após passar 15 dias treinando com a Seleção Brasileira que se preparava para a Copa América.

Após a chegada de Alisson, que se apresentou à Seleção depois do amistoso diante do Catar por conta da final da Liga dos Campeões, o arqueiro gremista foi liberado e, assim como o restante do elenco Tricolor, teve alguns dias de folga.

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– Tive dias muito especiais e trouxe algumas experiências novas na bagagem. Você aprende muita coisa quando passa a conviver ao lado dos melhores. A qualidade de treino é outra. Tenho isso no Grêmio diariamente e tive isso também na Seleção. Volto com mais maturidade, disse Phelipe.

Desde a apresentação do time na Granja Comary, Phelipe teve maior contato com Ederson, goleiro do Manchester City. Os outros convocados para a posição, Cássio e Alisson, chegaram posteriormente porque ainda estavam em jogos por seus clubes.

– Conheci o Ederson na minha primeira ida pra Seleção. Tivemos um contato mais descontraído porque a gente já se conhecia. Ele me deu algumas dicas porque além de ser um grande goleiro ele tem muita qualidade com a bola nos pés. O Cássio chegou no dia do jogo (contra o Catar), tivemos um contato mais rápido, mas ele foi muito atencioso também.

Phelipe já havia sido chamado por Tite em 2018 e foi relacionado, naquele ano, para os amistosos contra Arábia Saudita e Argentina. E por ser ‘rosto conhecido’ do restante do elenco até das brincadeiras ele é vítima.

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– Encontrei o Alisson no hotel no dia da minha liberação e ele brincou comigo dizendo que eu já podia ir descansar (risos). Há um ótimo ambiente na Seleção. Não existe vaidade lá dentro, contou o gremista.

Agora de volta ao Grêmio, o foco volta a ser na briga por uma vaga no time comandado por Renato Gaúcho. E a luta é difícil, já que Paulo Victor e Júlio César são os principais membros da posição.

– Aqui é uma briga extremamente saudável. Todos se ajudam. Entendo que hoje tem dois goleiros de muita qualidade e experientes na minha frente, mas estou me preparando para aproveitar a primeira oportunidade que surgir. Estamos todos fechados em ajudar o Grêmio sempre, completou.



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