Chegou a hora para o Verdão: É vencer, ou…



Felipão não se cansa de defender Valdivia das críticas. Agora, é hora do Mago retribuir (Foto: Ari Ferreira)

Em todos os sentidos, a partida deste sábado, contra o lanterna América-MG, será fundamental para o Palmeiras. Uma boa vitória ou mais um decepcionante tropeço podem decidir não só o futuro do Verdão neste Brasileiro, mas também mudanças na comissão técnica, no elenco e, em última hipótese, na própria diretoria. Além disso, pode deflagar definitivamente a cisão entre time e torcida, cada vez mais insatisfeita…

Pelo lado positivo, os incentivos para voltar a vencer não são poucos. O fato de jogar no Canindé e ainda poder contar com o retorno de Valdivia podem ser determinantes na busca pela terceira vitória nas últimas 13 rodadas da competição (sim, quase um turno inteiro).

Atuando no estádio da Lusa, foram sete jogos no BR-11: cinco vitórias, dois empates e nenhuma derrota. Para um time em que a instabilidade psicológica se mostra um dos principais problemas, um pouquinho de superstição não pode fazer mal… Além disso, os jogadores já afirmaram sentirem-se mais à vontade lá do que no Pacaembu.

Apesar de o Mago ter derrubado suas magias na mudança da arábia para o Brasil, em 2010, não há como argumentar contra os números: o desempenho do time com ele é melhor do que sem. Ponto final. A criação é a principal deficiência do time, e boas atuações do camisa 10 podem recolocar o Palmeiras nos eixos.

Uma derrota ou outro empate, por outro lado, faria explodir a bomba que Felipão não se cansa em apagar. Ou melhor, não se cansava… A cada tropeço, o treinador demonstra sua insatisfação em não conseguir resolver os problemas: elenco rachado, troca de farpas entre atletas e, principalmente, instabilidade política. Assim, a consequência mais provável seria a saída do técnico.

Caso Scolari permaneça, das duas uma: ou mudanças no time acontecerão (a mais radical delas: Gladiador na reserva), ou o presidente Arnaldo Tirone será obrigado a ceder à pressão interna e tirar o vice Roberto Frizzo do cargo. A queda de braço com Felipão ficaria insustentável. Para o Palmeiras, é vencer ou…



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