Visão de jogo: Verdão venceu a batalha, mas não a guerra



Felipão orienta Valdivia durante o jogo (Foto: Tom Dib)

Ganhou a batalha, mas ainda não venceu a guerra. A frase pode destacar a atuação do Palmeiras, do desbravador Luiz Felipe Scolari, na partida desta quarta contra o Comercial-PI, pela primeira fase da Copa do Brasil.

Apesar da vitória por 2 a 1, em Teresina, os palmeirenses não atingiram seu principal objetivo: eliminar o jogo de volta. E a conquista da capital piauiense pelo técnico ficou para uma outra oportunidade.

A batalha já não começou bem para os guerreiros do Verdão. Por causa do problema no aeroporto, o grupo só chegou ao local do duelo ontem à tarde.

E nem mesmo a enorme diferença de forças entre Palmeiras e Comercial-PI foi suficiente para consagrar o Alviverde na batalha. No esburacado Albertão e apoiado por parte da torcida, o Bode conseguiu dar trabalho. E o inimaginável objetivo de poder atuar em São Paulo foi atingido.

No início, os guerreiros palmeirenses decidiram estudar melhor o adversário. Até por isso, o jogo não foi empolgante. As principais chances sempre eram criadas pelo lado direito com avançadas do lateral  Cicinho.

Enquanto isso, os donos da casa tentavam criar algo e causar algum dano na defesa palmeirense. O Tanque Zé Rodrigues era o mais perigoso. Mas todos mostravam certo nervosismo.

Com o passar do tempo e mais adaptado com o terreno, o Alviverde passou a controlar a partida. E com uma boa jogada do habilidoso soldado Valdivia, Adriano Michael Jackson abriu o placar. Mas cadê a dancinha? Como um bom guerreiro, o camisa 19 deixou a festa para depois.

Com metade da batalha vencida, o Verdão segurou o jogo até o fim do primeiro tempo e começou o segundo com tudo. E se a intenção era ganhar Teresina, não poderia faltar o Gladiador.

Com bela jogada, Kleber ampliou com um minuto. A batalha dentro do Piauí perto do fim.

Mas como um bom batalhador, o Comercial-PI resistiu. Não dava para entregar o território tão facilmente. Já o Verdão cansou. Valdivia saiu para a entrada de Chico. Era dia de sofrimento.

Foi então que veio o castigo. Após cruzamento na área, Rafael marcou de cabeça. A tão positiva zaga acabou em ruínas.

No fim, o Verdão tentou renascer na batalha. Mas não foi suficiente para conquistar Teresina. O time saiu de campo vitorioso, mas sem o principal objetivo. Na quarta a guerra continua. Em outro território.



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  • Carlos Eduardo

    Este é o Palmeiras 2011, um time de guerreiros.
    Em outras épocas, teriamos perdido o jogo por lá.
    Ainda sem um futebol brilhantes, mais muito aguerrido, AVANTE VERDÃO!!!!

    • Mauricio

      Técnico grotesco, torcedores que usam a palavra garra em vez de arte. Dungas escodidos por aí aos montes!

      Viva Rivado e Valdivia. Abaixo Felipão e Pierre (e Murtosa e Galeano e….).

  • carlos santarosa

    ELENCO MEDIOCRE. KLEBER DEVIA JOGAR RUGBY, JÁ QUE NÃO MARCA GOLS FEITOS, NÃO DÁ ASSISTENCIAS, NÃO COBRA FALTAS, NÃO MARCA, SÓ TROMBA, ENTÃO VAI JOGAR RUGBY. ADRIANO MJ, MAX, JOÃO VITOR, RIVALDO, GABRIEL SILVA, MAURICIO RAMOS DEVIAM TER FECHADO COM O COMERCIAL DE PIAUI, POIS, O FUTEBOL DELES É DAÍ PRÁ MENOS, COM TODO OS RESPEITO AO COMERCIAL (NÃO MERECE ESSE CASTIGO).

  • Danilo

    Po, ninguém está lembrando que se não fosse o bandeira, o Verdão abriria 3×0 com Adriano.
    Claro, era time pra tomar de 5 pra cima, como fez o Vasco. Mas que o bandeira influenciou no resultado do jog, ah, influenciou.

  • Pedro

    Enfrentamos um time amador cujo elenco nenhum atleta vestiria a camisa do Palmeiras-B. Foi um resultado vergonhoso, daqueles vexames que só o Verdão proporciona. Felipão está com o prazo de validade vencido, fazendo um trabalho inferior a qualquer técnico de equipes do interior paulista. Covarde, tirou Mago (que deveria ser poupado mesmo para domingo) e colocou mais um volante e só colocou mais um atacante (Miguel) aos 40´ qdo já não haveria mais jogo devido a cera do adversário. Não enfrentamos nenhuma batalha. Enfrentamos a nossa incompetência. Não soubemos usar bolas paradas (e foram tantas). Chutes descalibrados de fazer vergonha até ao mais compreensivo palestrino foi o que mais vimos. Domingo o sofrimento será maior. Nem capacidade para tentarmos o empate teremos, infelizmente.

  • Evandro

    Jogou para o gasto, um time do tamanho do Palmeiras não eliminar o jogo de volta. Para um time sem grana, o jogo de volta é uma renda a mais, né Tirone? Vergonhoso!

  • Alberto

    Sinceramente, Guilherme, eu admiro novas tentativas de construção de texto jornalístico em notícias e reportagens de jornalismo diário, principalmente no jornalismo esportivo, sempre tão igual. No entanto, você usou o clichê do clichê, cara. Um milhão de jornalistas já fizeram essa relaçãozinha entre o jogo e a guerra, o jogo e a batalha, etc. O relato ficou pesado, forçado, sem graça, chato. Às vezes o simples surte mais efeito do que algo forçadamente elaborado.

  • Mauricio

    O tosco Felipão tirou um meia/atacante craque e colocou um volante. Resultado: o adversário marca e temos jogo de volta!

    Esperar o que de um treinador de visão rasteira que elogia Pierre e veta Rivaldo???!!!

  • PALMEIRAS É VERDE,VERDE É ESPERANÇA;VAI SER SEMPRE ASSIM ! CHEIO DE EMOÇÕES.

    NO JOGO DA VOLTA O COMERCIAL PI. QUE AGUARDE!NÓS VAMOS ARREBENTAR!!!!!!!!!!!!!!!

    FORÇA FELIPÃO;VAI PALMEIRAS QUE A NOSSA FÉ TE EMPURRA!

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