Zé Roberto e o ‘fim’ dos jogadores dos anos 90



Zé Roberto se despediu dos gramados (Foto: Bruno Ulivieri/Raw Image)

Quem tem entre 25 e 35 anos, aproximadamente, como eu, se habituou a ver em campo nomes como Edmundo, Djalminha, Romário, Marcelinho Carioca, Ronaldo, Ronaldinho Gaúcho, entre tantos outros craques. Essa geração que brilhou na década de 90, porém, está bem perto da extinção.

Com a aposentadoria de Zé Roberto, do Palmeiras, aos 43 anos, restarão poucos atletas na Série A em 2018 que disputaram a competição ainda no século passado. Entre os quase 700 jogadores que entraram em campo neste Brasileirão, até agora, apenas sete estiveram no campeonato nos anos 90: Fernando Prass e Edu Dracena, ambos do Palmeiras, por Grêmio e Guarani, respectivamente, Renato, do Santos, também pelo Bugre, Luis Fabiano, do Vasco, pela Ponte Preta, Emerson Sheik, da Macaca, pelo São Paulo, e Juan, do Flamengo, pelo próprio rubro-negro, além, claro, de Zé, que vestiu as camisas de Portuguesa e do Fla no período.

Alguns atletas quem vêm atuando em 2017, inclusive, sequer eram nascidos nesta época. São os casos, por exemplo, de Paulinho, do Vasco, primeiro jogador nascido nos anos 2000 a marcar um gol no Brasileiro, e Vinícius Júnior, do Flamengo, já negociado com o Real Madrid.

Em 2018, esse número certamente será ainda menor. Além da aposentadoria do palmeirense, Sheik, rebaixado com a Ponte, e Luis Fabiano, se recuperando de uma lesão no joelho, ainda estão com seus futuros incertos. Renato, Edu Dracena, Fernando Prass e Juan, entretanto, devem permanecer em seus clubes.



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