Aproveitamento de Eduardo Baptista no Fluminense foi 15% pior que no Sport



Eduardo Batista chegou ao Fluminense em 2015 (Foto: Paulo Sérgio/LANCE!Press)

Eduardo Batista chegou ao Fluminense em 2015 (Foto: Paulo Sérgio/LANCE!Press)

Um ano e sete meses de trabalho, dois títulos – campeão pernambucano e da Copa do Nordeste -, o Sport próximo do G4 – estava a cinco pontos quando deixou o clube – e um aproveitamento de mais de 50% dos pontos disputados nesse período. Assim se iniciou a carreira de Eduardo Baptista, antes preparador físico, como treinador.

Logo o técnico chamou a atenção de outras equipes e o Fluminense saiu na frente para a sua contratação. Em setembro do ano passado, após a demissão de Enderson Moreira, chegou as Laranjeiras para iniciar o seu trabalho no clube, porém, não conseguiu repetir o bom trabalho feito na Ilha do Retiro.

Em 26 jogos no comando do Tricolor, Eduardo deixou o gramado vitorioso apenas 8 vezes. No total, um aproveitamento de apenas 37,1% dos pontos disputados. Como comparativo, o Avaí, primeiro na zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro do ano passado, caiu com 36,8%. Números praticamente iguais, mesmo contabilizando jogos disputados no Estadual.

EDUARDO BAPTISTA NO FLUMINENSE

– 26 jogos
– 8 vitórias
– 5 empates
– 13 derrotas
– 37,1% de aproveitamento

EDUARDO BAPTISTA NO SPORT

– 127 jogos
– 55 vitórias
– 35 empates
– 37 derrotas
– 52,4% de aproveitamento



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