Prontos para o Clássico Vovô



Reportagem do LANCENET! pronta para a semifinal da Taça GB. Botafogo diante do Fluminense, jogão de bola. Se engana quem acha que é conjunto contra técnica. O Alvinegro tem um bom time. No papel, o melhor há muitos (e muitos) anos. Dá para acreditar na vitória.

Pelo Ninguém Cala, você vai saber tudo o que acontece pelo lado alvinegro antes de a bola rolar no Clássico Vovô. E para quem vai ao Engenhão, a gente se encontra por lá!



  • Eu tou pronto para o clássico e algo mais! E tu?

    • Boa noite, Paulo Barreto.

      • Boa, meu caro! Infelizmente, demos COM OS BURROS N’ÁGUA, não foi? Pudera! Como entender a mudança de esquema em cima da hora se vínhamos jogando desde o ano passado com apenas o Abreu na frente? A mudança brusca e sem sentido nos tirou a possibilidade de fazermos entrar o Herrera como a surpresa de sempre! Ficamos a acionar o ataque através dos rifamentos sem que a bola passasse pelo pessoal do meio campo! Isto nos levou facilmente ao domínio do Fluminense!

    • Ton

      minha nossa.. além de chato é trola.. tah contando o cara?

      • Ô seu Fora do Ton, pode tirar o teu trazeiro da reta porque eu não atiro na caça que representas! Eu apenas fiz uma provocação geral ao debate, ó estranho mequetrefe!

        • ESTIVE NO NINHO DOS ABUTRES… Meu Deus! Se aquilo é um blog voltado para o debate sobre futebol, sinceramente, eu não saberia lhes dizer o que seria uma lixeira! Aquilo ali tá mais parecendo um lugar para que os recalcados, como esse tal FlaNéCoisaAlguma, acima, apareçam para depositarem as suas podridões mentais, né mesmo? Sinceramente, por conta de toda essa sujeirada lá exposta, eu, o mais ilustre torcedor do Glorioso Botafogo, também conhecido por Paulo Barreto, ao chamado GRITO DOS ABUTRES, com certeza, não volto mais! Quanta poluição! Este ambiente sujo e poluído, sem dúvida, é digno mesmo dos senhores flamenguistas, né não?

    • com certeza apesar das diferenças no modo de pensar agora estamos todos juntos ne barrento?

      • Estamos juntos no barco mas isto não quer dizer que o senhor não tenha que também dar suas remadas, seu Folgadinho!

    • Pelo que temos observado acontecer em campo nos dias de jogos, de uns tempos para cá, aos poucos, os grandes clubes estão perdendo suas identidades e cores! Os jogadores através de suas individualidades e contratos estão fazendo entrar em campo verdadeiras colchas de retalhos visuais! Uns através dos seus cabelos e de suas pinturas cada vez mais desencontradas! Um exemplo deste péssimo gosto vemos no Fábio Ferreira! Ou nas homenagens que fazem aos pais, filhos e esposas por meio de tatuagens diversas! Ainda bem que pelo menos em relação ao calção e à camisa de jogo os clubes ainda têm o controle! O diabo mesmo, amigos, são as tais chuteiras! Tão coloridas elas são que, nem o arco-íris da bandeira de Pernambuco tem mais cores, né mesmo seu Fireman?! Quanto mau gosto! Futebol bonito é àquele em que o colorido que se vê em campo é o das boas jogadas e os belos gols! De cabelos estranhos e de chuteiras multicoloridas, sinceramente, eu já tou cheio!

  • Alan

    OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO vamo ganha fogo! vamo ganha fogo! OooOOOOOOOoOOO!

    • Tenho observado nesses primeiros trinta minutos de jogo que o Jefersom tem buscado evitar rifar diretamente a bola. Ele agora tenta passa-la a um zagueiro ou a um dos laterais que esteja melhor colocado. Parabéns! Só que, daí em diante, ao invés de irmos jogando com a bola sob domínio, buscamos ganhar tempo, exatamente, rifando a mesma bola passada pelo Jeferson! Não estamos sabendo sair jogando! Há uma pressa inexplicável em fazermos a bola chegar ao ataque apenas para que o adversário a tenha mais facilmente de volta, por conta dos tais lançamentos apressados e que não chegam aos nossos! Não seria menos cansativo para o time ter a bola sempre no pé? Por que levantá-la sempre e fazê-la correr sempre mais que os nossos jogadores? Não lhes ensinaram que a bola é feita de couro e que o couro gosta de rolar na grama?

  • força fogão é o coração na ponta da chuteira

  • Chegamos aos 25 minutos do segundo tempo e o panorama do jogo, é o mesmo: insistimos em encurtar, através de rifamentos, a distância entre a defesa e o ataque! Os jogadores do meio até parecem que não existem, tal a dificuldade de o Fábio ou de o AC trocarem, com eles, um passe! Ao Jeferson devemos até agora o branco do placar! O nosso ataque até o momento não se disse presente! Pudera. Como a bola lhe haverá de chegar se só a temos rifado? Nossos contra-ataques quando poderiam se dar não acontecem em razão de a bola não passar pelo meio. Veremos o que vai dar até o final!

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