A assunção do grande Palestra



A assunção do Palmeiras. Não, a “reassunção” do Palmeiras. Nos pés mágicos, verdemente santificado nos últimos anos, fez-se, ou melhor, refez-se o grandioso palestra. O título da Copa do Brasil coroa uma majestade coroada tantas, mas tantas vezes, que é o maior campeão nacional de todos os tempos. Notem que a grandeza insiste em ser gigante, pois dribla os que tentam apequená-la. É importante sublinhar que essas tentativas, no mais das vezes, partem do próprio estômago da palestra, com gestões confusas, mestres em dar tiros nos próprios pés.

Mas, convenhamos, uma vez academia, sempre academia. Não que este time seja uma academia, longe disso. O gol do título veio da cabeça de Betinho, não da classe de Da Guia. Mas acadêmica é a história, que se reafirma mesmo quando a esquadra não é lá um esquadrão. É quando a camisa fez-se presente e provou que torcida e passado constrõem sim o presente. O orgulho palestrinho está inflado, a felicidade alarga-se nos jardins dessa imensa colônia que já extrapolou seus sangue italiano. Não é apenas do Bixiga ou da Mooca, está expandida por toda a Paulicéia.

Viva o Palestra! Viva a grandeza!



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