Maramessi ou Diego Lionel?



Cada um com o tamanho das suas expectativas. Mas depois que elas colam, se oriente, rapaz! Matias Defederico que o diga. Chegou aqui com a fama de “Novo Messi” e sai sem milongas, deixando a impressão de que tudo não passou de marketing travesso. E, para justificar, recorre a um discurso esquálido: “No Brasil não há meio termo, ou você é Maradona ou não é nada”. Ops, o nosso amigo hermano confundiu maradonalhos com messalhos. Esperavam dele, os loucos (!!!), brilharecos de Messi, mas ele não teve nem suspiros de Caniggia.

O tiro pode ir no alvo ou pegar na testa de um desavisado. É da vida. O que não vale é chororô. Defederico teve chances, mas mostrou pouco. A exigência no Brasil nem é tão grande assim, convenhamos. Posto os talentos que tivemos ao longo da história, tecemos loas a jogadores de boa qualidade, mas a léguas de Messis e Maradonas. Basta citar Jorge Henrique, também no Corinthians. Dá para pintá-lo de craque? De jeito maneira. Mas tem lá suas qualidades, que rendem prestígio com a Fiel.

Quando o ego infla, ele estoura nos microfones. Ninguém analisa muito as frases que mais têm rosto de estultices. Tevez por aqui passou, fez muito, mas não foi um maramessi, Lionel Diego e nem Pibe Pulga. Não precisa ser assim, não deve ser assim.

Novo Messi era como a imprensa argentina tratava o garoto. Mas na arquibancada não se ouvia: “Olelê, olalá, novo Messi vem aí, o bicho vai pegar”. Se a carapuça serviu, lastime-se e cante-se um tango argentino: “Por una cabeza, de un noble potrillo…”



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