Problemas do Brasil com nome e sobrenome!



Ao empatar com Portugal em um jogo sem graça o Brasil conquistou seu principal objetivo: ser primeiro do grupo. Com isso, escapou da Espanha e terá um adversário teoricamente mais frágil, o Chile, nas oitavas de final. Isso para não dizer que, também em teoria, terá um caminho mais simples até a final se comparado com os outros favoritos ao título (Espanha, Argentina e Alemanha).

Mas é preciso ponderar sobre alguns pontos preocupantes no jogo de hoje. A começar por Felipe Melo, que provou continuar sendo um jogador temperamental. Ele, que prometera se controlar mais, entrou em um cabo de guerra com o luso-brasileiro Pepe e deu entradas típicas de quem está doidinho para tomar cartão vermelho. Saiu lesionado ainda no primeiro tempo e não deverá estar em campo contra os chilenos.

Julio Baptista, que teve a responsabilidade de substituir o suspenso Kaká, mostrou o que todos desconfiavam. Ser o encarregado de cumprir a mesma função que o craque do Real Madri é um fardo que não corresponde às quallidades (ou falta de…) do troncudo jogador. Ficou completamente perdido em campo e deixou a sensação de que se nos próximos jogos – toc,toc,toc – Kaká sentir lesão ou receber novos cartões a criação brasileira irá para as cucuias.

E Michel Bastos? Cada vez reforça a sensação de que Roberto Carlos poderia estar nessa Copa. Mostra completa inaptidão para jogar pela lateral esquerda, mal consegue dominar a bola e não acerta um cruzamento sequer.

Bom, mas não houve virtudes? Houve sim, as de sempre: a segurança do quarteto Maicon, Lucio, Juan e Julio Cesar. Claro que as ausências de Kaká e Robinho afetaram diretamente o rendimento do time. Muito embora Nilmar até tenha mostrado um bom futebol…



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