Sem vingança inglesa



A tal vingança inglesa após 60 anos não ocorreu. Culpa do goleiro Green, escalado com ares de dúvida pelo técnico Fabio Capello e que tomou um peruzaço antológico. Para sempre, quando surgirem as tradicionais listas dos Mundiais, estará lá registrada a falha inacreditável. Sorte dele que foi no primeiro jogo e o time deve se recuperar e classificar-se sem problemas.

O empate foi entre as duas mais fortes equipes do Grupo C e que não devem sofrer diante de eslovenos e argelinos. Mas o resultado deve preocupar os súditos da rainha por dois aspectos: o futebol deixou a desejar e uma eventual segunda colocação deve colocá-los frente a frente com a rival Alemanha já nas oitavas de final.

O gol no início deu a impressão de que poderia ser um chocolate dos colonizadores no colonizado. Mas, como costuma acontecer no futebol, impressão é somente uma impressão mesmo. Rooney foi lutador mas ficou devendo. E o time só teve jogadas pelo lado direito, com a dupla Glenn Jonhson e Lennon. Heskey, embora tenha dado o passe para o gol de Gerrard, não parece melhor opção que Crouch – um atacante estigmatizado por seu tamanho mas que sabe jogar bola, e não só pelo alto.



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