Uruguai e França condenados ao 0 a 0



Uruguai e França conseguiram a proeza de empatar 0 a 0 pela segunda vez consecutiva em Copas – já havia sido assim em 2002, lembram-se? A modorra do jogo de hoje, que teve quase o tempo inteiro os franceses atacando insistentemente pela lado esquerdo da defesa uruguaia, serviu apenas para aumentar a invencibilidade do técnico Raymond Domenech em Mundiais – já são oito partidas sem derrota. Le enfant terrible? Longe disso! Domenech mostrou que pode é levar sua seleção a repetir o fiasco de oito anos atrás, quando sequer passou pela primeira fase. O técnico na ocasião era Roger Lemerre.

O Uruguai jogou com uma proposta claramente defensivista, focado apenas em tentar encaixar um contra-ataque e deixar à cargo de seus dois atacantes, Forlán e Soares, alguma definição. A França, por sua vez, insistiu demais nas ligações Evra – Ribery. Mais uma vez Gourcuff não mostrou que é uma mescla de Kaká e Zidane – é o que dizem, né?

A verdade é que o jogo serviu para dar vigor às esperanças de mexicanos e sul-africanos. Viram que os dois tais campeões do mundo não estão com essa bola toda (não à toa, classificaram-se para a Copa apenas na repescagem). O jogo de abertura foi bem mais atraente que o dito clássico. E que a segunda rodada me desminta!



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