Amistoso do prejuízo



Existem as datas que a Fifa reserva às seleções. E elas têm uma importância no calendário. As confederações buscam agendar amistosos quando não ocorrerão jogos por competições oficiais. Mas de vez em quando o Brasil não disputa jogos e sim autênticas peladas. É praxe! Sim, Portugal, Alemanha, França também marcam encontros com as ditas babas. Mas o problema é que essas babas podem trazer problemas. A Estônia não ofereceu nada em termos de análise para Dunga. Em compensação, ao apelar para a violência, deu grande prejuizo a um clube: o Flamengo. Kléberson luxou o ombro nesse confronto pífio e desfalcará o clube daqui para a frente. E quem paga o pato? Vale a pena?

Não há dúvidas de que é importante reunir a seleção, dar entrosamento, fazer testes. Mas quando eles são contra adversários frágeis o risco é maior que a recompensa. E isso precisa ser pesado, colocado na balança. O jogo em Talinn é mais um exemplo emblemático. O prejuízo foi grande. E o que deveria fazer a CBF, pergunta o solerte leitor. Não marca nenhum confronto se não conseguir um adversário com alguma pujança? Não tenho essa resposta na ponta da língua. Só sei que amistosos contra equipes exageradamente fracas têm tudo para trazer mais problemas do que qualquer outra coisa. Pois então, pensemos, Zaratustras!!!



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