Empate ao feitio para o Corinthians



O Vasco de Dorival Júnior é um time brioso, tal qual seu técnico, que só coleciona sucessos por onde passa. Uma equipe limitada, mas bem montada e aguerrida. Esses valores é que permitiram o empate por 1 a 1 com o Corinthians, no Maracanã. É bem verdade que se Ronaldo tivesse em campo a coisa poderia ter sido diferente. Afinal, algumas jogadas de Souza sairiam mais redondas dos pés do Fenômeno. Mas o resultado refletiu bem o jogo. Foi um confronto equilibrado. E que mais uma vez da a sensação de que o Timão controla as partidas com sua consistência admirável. Parece dar o bote na hora certa, como essas serpentes ariscas.

E o Corinthians está perto de mais uma decisão da Copa do Brasil. Impressionante, aliás, a empatia que o clube tem com a competição, principalmente nesta década. Se obtiver a vaga será a quarta final desde 2000 (perdeu para o Grêmio, em 2001, e para o Sport, em 2008, e derrotou o Brasiliense, em 2002). Alguns podem alegar que isso se deve à pouca assiduidade do clube em Libertadores – participou de apenas três nesse período – e pela mudança no modelo da Copa do Brasil, que aboliu os participantes da Libertadores. Mas mesmo assim, o retrospecto é notável. Certamente a camisa corintiana faz diferença nessas disputas de mata-mata. Mas essa é outra discussão.



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