Marcos na Seleção



O primeiro clássico paulista deste Brasileirão só serviu para me convencer mais ainda de que Marcos deveria estar na lista de convocados de Dunga para a dobradinha Eliminatórias/Copa das Confederações. Depois de uma contusão aqui e outra acolá, Marcão voltou à forma exuberante. Forma que praticamente não o abandonou na carreira. Fez duas defesas-monstro no duelo diante do São Paulo. Defesas típicas de um goleiro que já está no púlpito dos grandes da história. O camisa 1 do Palmeiras é goleiro de decisão e os exemplos são vários: final da Libertadores 99, final da Copa do Mundo 2002, recentemente a classificação diante do Sport… O clássico deste domingo foi apenas mais um desses momentos.

Ouvimos sempre que para a Copa do Mundo os técnicos devem levar dois goleiros mais experientes e um mais jovem, em formação. Se Julio César merece a titularidade absoluta, Marcos deveria ser seu reserva imediato. E se houvesse um outro goleiro nessas condições, ele deveria ser o terceiro. Porque esse argumento da jovialidade eu acho uma baboseira. Todos apostam, então, que esse terceiro não precisará entrar em campo. Mas já vimos exemplos contrários a isso. Em 90, o titular da Argentina seria Islas, mas ele se machucou antes do Mundial. Pumpido, seu reserva, contundiu-se no segundo jogo do Mundial e deu lugar a Goycochea. De terceiro reserva, ele chegou à final da Copa. Nessas condições, caro leitor, você prefere ter quem como opção: Marcos ou Renan? Sejamos honestos..



MaisRecentes

Neymar, entre a guilhotina e ‘la vie en rose’



Continue Lendo

Do ‘gênesis ao apocalipse’, Felipe Melo tropeça no verbo



Continue Lendo

Um Dérbi sob o signo da invencibilidade



Continue Lendo