Sem o toque de bola, o jeito é a velocidade



A marcação do Penapolense foi o principal obstáculo para o Santos em todo o jogo.

A saída de bola pelo meio era praticamente impossível. Cícero foi obrigado a recuar até a defesa para buscar a bola, e quando a tinha, suas opções eram Cicinho na direita e Mena na esquerda.

O grande problema dessas opções pelas laterais é que o chileno não se encontrava com Thiago Ribeiro, e Cicinho e Gabriel não tinham vida fácil no lado oposto.

A válvula de escape que o técnico Oswaldo de Oliveira encontrou foi Rildo. O atacante entrou aos 15 minutos da partida, quando o placar era de 2 a 1 para o Penapolense.

Foi justamente com o ex-pontepretano que saiu o gol de empate do Peixe. Com Thiago Ribeiro poucas foram as jogadas de linha de fundo. Com a troca, o Alvinegro ganhou rapidez na esquerda, desta maneira Leandro Damião recebeu para cabecear e empatar, evitando uma nova derrota para o único que bateu o Santos neste Campeonato Paulista.

A entrada do camisa 16 não rendeu só uma assistência, mas sim um aumento de posse de bola considerável para os santistas, e novas oportunidades de gol. Com ele, a equipe teve outra postura, assim como teve em suas nove vitórias em casa

Não à toa, Oswaldo cogitou colocar o atacante ainda durante a semana, com a justificativa de que pouparia alguém do quarteto ofensivo.

Faltou para o Santos fugir da forte marcação do Penapolense antes de levar sufoco, sem o toque de bola envolvente. Até a entrada de Rildo.



  • sensato

    Enfim temos opções que entram e não deixa a peteca cair, se tivéssemos a zaga completa com Edu Dracena e Gustavo Henrique penso que não tomaríamos os gols ridículos que tomamos, cada susto despropositado!!!

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