Foi devagar, no ritmo que deu



Visão do Peixe na primeira partida da final – por Israel Stroh

O Santos não foi dos mais ousados no empate contra o Corinthians, no Pacaembu. Foi ousado ao tentar dois títulos ao mesmo tempo, mas não há pulmão que tenha fôlego para tanta correria, convenhamos. Em vez de jogar em quinta marcha, como um time na final, jogou só na segunda, com a velocidade que deu.

Não dá para negar que segurar o Corinthians no Pacaembu é sempre bom resultado, mas o time pode pagar caro por tamanha ambição. No dia em que Elano voltou de lesão, Ganso se machucou e pode passar uns dias no departamento médico. Isso porque o fôlego já não está lá grande coisa.

A tática foi a mesma de um time que joga na altitude, como será em Manizales, na quarta. Marcação recuada, em zona, com atacantes preparados para resolver em um contra-ataque. Neymar acertou a trave, colocou Danilo na cara do gol e cumpriu exatamente seu papel. Já Zé Eduardo foi de novo presa fácil. Impressionante!

Sem Ganso, houve perda de habilidade e ganho de fôlego com o rápido Alan Patrick. Mas o ar acabou rapidamente quando o Corinthians foi para a correria. Tite percebeu que era essa a tática ao colocar Willian e Morais, mas o Peixe conseguiu se segurar. Terminou sem ar, mas “venceu” com o 0 a 0.



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