Grupo extremista provoca Irã ao convidar Messi a se juntar à ‘causa jihadista’



Messi comemora seu golaço diante do Irã (Foto: Gustavo Andrade/ AFP)

Messi comemora seu golaço diante do Irã (Foto: Gustavo Andrade/ AFP)


O ISIS (Estados Islâmicos do Iraque e Síria), um grupo de militantes que se autoproclama dono de parte dos territórios do Iraque e da Síria, usou o futebol para provocar o Irã, que é aliado do Primeiro Ministro iraquiano Nouri al-Maliki, xiita e inimigo dos jihadistas sunitas do grupo.

O ISIS usou suas redes sociais para parabenizar Messi pelo gol marcado diante do Irã no fim do jogo. Além disso, o grupo extremista convidou Messi a se juntar à causa jihadista – definida por eles como uma espécie de guerra santa contra os inimigos do islã.

Os sunitas e os xiitas representam duas diferentes visões do islamismo e as divisões se dão em relação aos sucessores do profeta Maomé, líder religioso e, segundo os islãmicos, último profeta do Deus de Abraão. As divisões trouxeram períodos de cooperação e de guerra.



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