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Resenha com Cafu | Blog Mauro Beting
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Resenha com Cafu

por Mauro Beting em 27.out.2010 às 11:06h

 

Quinta-feira, 21 horas, estreio novo programa no Bandsports.

Sim, mais um, além do diário “Beting & Beting” desde 2004, do semanal “Propaganda Futebol Clube” (desde 2006), e, desde domingo, do debate dominical “Por Dentro da Bola”, 23 horas, com Ricardo Capriotti, Sérgio Patrick e Fábio Piperno.

“Resenha” é quase a continuação do “Papo com Mauro”, que por três anos apresentei com o grande time do “Esporte Interativo”.

Será mensal. Ou quase isso. Por vezes, duas vezes por mês.

Uma hora de papo com gente do esporte, principalmente do futebol.

Falando da carreira, do presente, do futuro.

E, claro, com Cafu, tentanto resumir o muito que conquistou.

Não vou falar o muito que o Cafu contou.

Mas aproveito para apresentar o capitão do penta.

Ele nunca teve vida fácil. Nem na “vida fácil” de jogador de seleção. Justo o que mais vestiu a camisa brasileira. 148 jogos, de 1990 a 2006. Justo o único futebolista que jogou três finais seguidas de Copas do Mundo.

Ele sempre teve de jogar mais do que sabe. Até para começar no São Paulo. Onde perdeu as contas de quantas peneiras foi desprezado. Quando escolhiam o joio e jogavam fora o trigo.

Só em 1989 essa joia de capacidade física impressionante teve vez no time de cima sao-paulino. Em um xxx ano, já era seleção. Como meia, com Falcão. Depois virou lateral pelas mãos do Telê. Mestre que ficava na orelha e nos pés do pupilo. Pedindo para o lateral cruzar melhor, bater melhor na bola.

E nosso resenhado, humilde como os grandes, sempre tentou ser melhor. Sem se sentir o tal. A inteligência tática admirável o ajudou a jogar como volante, meia, atacante, lateral e até de goleiro nos treinos. Onde aprimorou o que aprendeu na raça e nas ruas da vida, quando cruzou desafios com a habilidade que sempre negaram aos seus cruzamentos. Mesmo sendo ele um pé poderoso e solidário em um ano de Zaragoza, dois jogos pelo Juventude, dois anos de Palmeiras, seis de Roma, cinco de Milan.

Para muitos brasileiros, ele sempre cruzou mal. Mas, como gosta de dizer o nosso resenhado, fazer o quê?

Ele fez. E do jeito dele. Na boa, na bola, não na boca. Não só levou o Brasil no peito, como levou a tarja de capitão no braço, em 2002.

Mas, em 2006, ele levou tudo no baço. Socaram o capitão do penta e o sacaram da nossa história sacaneando como se fosse um qualquer. Ele se recuperou de operação no joelho e, no começo da Copa da Alemanha, foi melhor que muitos. Mas, no final, caiu como todos. Também por não querer dar a braçadeira a torcer em busca de novos recordes e desafios.

Ele fez tudo com jeito nesses quase 20 anos de bola como campeão paulista, brasileiro, italiano, da europa e do mundo. E nem precisava fazer tão bonito como fez ao receber nas mãos a Copa, no Japão.

Só mesmo um brasileiro para improvisar um pódio daqueles. E só ele mesmo para levantar a taça erguendo o próprio amor aos céus. Não teve jabá, não teve mídia, não teve média. Só teve Jardim Irene e dona Regina. A casa e o caso de amor do capitão.

Paixão 100% Jardim Irene. 110% família. De um profissional ligado no 220. Cidadão nota mil. Criador de uma Fundação que trabalha para fazer do local onde cresceu um lugar melhor melhor. Mais justo. Mais preparado. Mais acessível. Mais vencedor. Mais Cafu.

A pessoa que mais vezes vestiu a camisa mais vezes campeã mundial. Um campeão que não precisa de números e nomes para ser uma pessoa campeã.

Um Cafu. Mas seu Marcos Evangelista de Moraes, por que Cafu?

O que significa esse apelido que tanto significa para tanta gente?

Para saber a resposta, assista a “Resenha”, nesta quinta-feira, 28 de outubro, no Bandsports.

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