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Rodada 30 – Ainda Cruzeiro. Mas Fluminense, Corinthians… Até São Paulo sonha

por Mauro Beting em 18.out.2010 às 14:41h

Sabe o chute de que daria Cruzeiro ao final das contas?

Já não sei mais.

O ponto que imaginei que o Cruzeiro conseguiria no Olímpico não foi obtido.

Também porque a arbitragem invalidou um lance complicado que, para mim, era legal de gol de Wellington Paulista. Estava 1 x 1, depois de um belo gol de Montillo (para variar, aos 27, quando o Grêmio era mais time em campo, pressionando desde o início, como tem bem feito a equipe mais que gremista do mais que tricolor Renato Portaluppi); quando o Cruzeiro era melhor, saiu o gol do estreante Júnior Viçosa, no fim do amarrado primeiro tempo; e, para finalizar, o Cruzeiro estava um tanto superior quando Thiago Ribeiro, sempre importante na marcação, foi afobado e cometeu o pênalti que selou a bela virada tricolor, na segunda etapa. Do melhor time do returno. Daquele invicto há oito rodadas (seis vitórias). Daquele que falo mais e melhor na coluna de terça-feira, no LANCE!

O Cruzeiro, claro, tem elenco, tem estofo, tem camisa, tem poupança para tropeços eventuais – para não dizer esperados, como a fase grande do Grêmio.

Renato escalou o zagueiro Vílson como volante, o lateral Lúcio quase como meia, e conseguiu grande virada

Mas a tabela não é bola. Os locais dos jogos, também não.

E, numa dessas, ainda que não reencontre o seu jogo, ainda que não tenha Fred, tenha tido pouco de Emerson Sheik, e muito pouco do imenso Conca no empate sem gols e sem grande futebol contra o Botafogo (que não vence há 9 jogos, mas não perde há 8…), o Fluminense pode e deve crescer. Embora não pareça com Marquinho na armação o melhor jeito de Muricy armar esse time, e arrumar uma defesa que trocou mais uma vez de goleiro.

Fechando o atual G-3 (que ainda acho que será o mesmo até a última rodada – só não me pergunte em que ordem), o Corinthians foi a Campinas e parou no excelente assistente Ednilson Corona. Dois impedimentos complicados – mas ambos em posição milimetricamente legal de Ronaldo. Um que voltou com a corda e a bola toda. Fez, como o Corinthians, um ótimo primeiro tempo contra o Guarani. Mas, na segunda etapa, no calor do Brinco, o Bugre melhorou e equilibrou um jogo que merecia gols. Como o Timão ainda merece respeito pela intensidade de seu jogo. E pela boa contratação de Tite.

Gols que saíram no Morumbi. Na sexta-feira, no “Jogo Aberto” da Band, eu havia chutado São Paulo 3 x 3 Santos . Esperava um bom clássico. Mas não o espetáculo visto. Em 19 minutos, cinco gols. No último minuto, o da vitória tocante são-paulina, com um Richarlyson a menos desde os 12 do segundo tempo. Mas com louvável vocação ofensiva desde o início,  com quatro homens de DNA de frente, mais Carlinhos Paraíba. Rogério Ceni e Rafael ainda evitaram mais gols. E podem ajudar duas equipes que ainda devem crescer no BR-10. Não para título. Mas para lugares melhores – embora o São Paulo tenha três confrontos diretos com os três maiores candidatos ao título. Numa dessa, vira mais uma vez o jogo. Honestamente, n~~ao acredito. Mas como é o São Paulo…

 São Paulo no 4-2-3-1 bem definido, com time mais ofensivo; Santos praticamente igual, com Danilo mais avançado

 

Flamengo 3 x 0 Internacional – O timede Luxemburgo não vinha bem até ganhar um pênalti estúpido. Depois, acertou a meta colorada mais que propriamente o pé e o jogo. O que não tira o mérito de um 3 x 0 sobre o campeão sul-americano. E dá tranquilidade para a equipe tentar achar o jogo e o jeito. Do mesmo modo como leva o espírito rubro-negro Diego Maurício. O astral está mudando na Gávea. E não pode mudar o fogo no Beira-Rio com mais uma derrota. Talvez, apenas, ajustar o foco e o GPS de Abu Dhabi. E, sim: conversar seriamente com Renan.
(P.S.) – Depois volto com mais da rodada. Por razões de saúde, hoje estou a um quarto de bola. Não fiz rádio e nem TV.

Tags:

  • vilson vieira

    Não entendi. Grande Mauro, meu cordial abraço ,mas,vc escreveu que os três primeiros serão os mesmos até o fim do campeonato, e que o Santástico não briga pelo título mas vai crescer. Como se ele é o 4º?

  • Bruno

    Caro Mauro,
    Acho bastante equívoca a forma como os comentaristas em geral falam de lances duvidosos de impedimento. Veja bem: os dois lances do Ronaldo (e pego estes lances porque o comentarista da Globo os justificou no ar por bastante tempo) foram complicados; e já se sabe que, dentro de certos limites, é impossível à retina humana captar com precisão o que ocorreu, com o que se pode dizer: o auxiliar não sabia se o atacante estava ou não impedido. (Nestes dois lances, particularmente, era mais clara ainda a impossibilidade de ele saber, porque nem com o replay o cidadão que é pago somente para conhecer as regras e comentar jogos com ajuda digital sabia dizer se o Ronaldo estava à frente; foi preciso o auxílio de um tira-teima – caiu o hífen?? – 3D pra solucionar o enigma.) Pois bem: diante disso, creio poder dizer, com a regra em mãos, que o auxiliar não errou por pouco – errou por muitíssimo! Afinal, a regra diz que, na dúvida, deve-se deixar o jogo seguir; e é impossível que ele não estivesse em dúvida. E o comentarista (e nisso incluo os jornalistas que escrevem após o jogo), quando espera um tira-teima 3D para dar ou tirar a razão do bandeira, estimula esse tipo de erro.
    Pense agora nos casos em que o replay não é claro, o bandeira dá o impedimento, e depois de todos os ângulos possíveis, chega-se à conclusão de que o atacante estava de fato impedido. Louvar o bandeira num caso desses é um crime! Se nem o replay sabia, o bandeira com certeza não sabia! Então ele errou, porque na dúvida deveria o deixar o jogo seguir!
    O ponto é que comportamentos desse tipo – associados ao fato de que, quando erra ao deixar seguir e sai gol, o bandeira tende a ser crucificado, mas não o é quando ocorre o erro inverso -, além de serem simplesmente equivocados (pois desconsideram que: i) na dúvida dever-se-ia deixar o jogo seguir, e ii) como a regra não permite o uso de equipamentos eletrônicos para tirar a dúvida, então o caso de dúvida é algo que a regra aceita como parte do jogo) estimulam os bandeiras a marcar a maioria dos lances duvidosos, o que é uma m… – afinal, não tem jogo mais chato do que aqueles com bandeirnhas castradores.
    Veja bem: é óbvio que os comentaristas estão no papel deles (ainda que, neste caso, seja um papel de mau comentarista), e que não se pode culpá-los pelo comportamento da arbitragem. A responsabilidade por essa aberração, na verdade, é da CBF, que não apenas não prepara o trio de arbitragem corretamente, como também é suscetível a todo tipo de pressão que age sobre eles quando erram (é só o presidente de um clube grande – que não pressiona a CBF pela melhora da arbitragem, mas chora toda vez que o erro é contra o seu time – reclamar em público que a CBF põe os caras na geladeira, quando é óbvio que, como na maioria das profissões, os árbitros/bandeiras devem ser avaliados por seu desempenho em uma série determinada de jogos, não por um ou outro dia infeliz). Mas será que vocês não podem ser menos (fáceis) polemistas? Ao invés de ficar criando caso com uma má interpretação da regra, será que não dá pra pressionar a CBF para que cumpra seu papel?
    Abraço,
    Bruno Höfig

  • Bruno Costa

    Eu acho que o Santos é muito irregular, e perdeu a sua grande chance de encostar.

    Acredito que o Grêmio, caso ganhe seus dois próximos jogos (Inter e Flu) que são os mais difíceis que lhe restam, vai incomodar.
    Bem como Santos e Inter ainda podem ser campeões, mas acho improvável pela falta de regularidade do primeiro, e pela falta de mobilização do segundo…

    A tabela é muito ruim para o Flu.
    E eu não acho fácil a do Cruzeiro. No final em especial…

    Mas a verdade é que se o Cruzeiro ganha do Galo, ele vai para o jogo contra o Prudente com chances de abrir distância, e isso poderia arrebentar com o emocional da “oposição”…

    Logo Cruzeiro e Galo pode decidir o campeonato para o Cruzeiro…
    Ou abrir ele de vez.