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8 ou 80 – 23/09/2002 a 01/10/2002

por Mauro Beting em 01.out.2010 às 14:33h

O blag retoma textos de 8 anos atrás, publicados na minha coluna diária de então, no jornal “Agora São Paulo”, ou no portal America Online, empregos que acumulava juntamente com a TV Record.
Por que oito anos? São duas Copas. Período em que muda muita coisa. Ou nada muda.

COLUNA DE 30 de setembro de 2002

Democracia

Como se imaginava, Eduardo José Farah não desistiu de ser candidato à reeleição na Federação Paulista. Como se imagina, vai ser reeleito pela enésima vez. Como se imaginará uma oposição?

A FPF é de Farah desde 1988. O Palmeiras é de Mustafá desde 93. O Corinthians é de Dualib desde 93. O sultanato só acaba quando eles quiserem

Os donos dos clubes deixam Farah fazer o que quer. Os conselhos dos clubes sustentam e são sustentados pelos aiatolás. E aí?

Teixeira sentou na CBF em 1989. Há 10 anos os clubes também votam para elegê-lo. E fazem o mesmo que as federações faziam.

Devendo imundos e fundos para a FPF, os clubes dizem amém. Eles estão falidos, a federação, rica. Ou são muito ruins na gestão, ou são péssimos

Tudo vai acabar em esfiha na FPF de Farah. A oposição (sic) é natimorta com a eleição-relâmpago. A chapa única é quente, e já fritou quem não gostou do filé.

 

COLUNA DE 29 DE SETEMBRO DE 2002

A torcida do Drummond

“Mesmo antes de nascer, já tinha alguém torcendo por você.

Tinha gente que torcia para você ser menino. Outros torciam para você ser menina. Torciam para você puxar a beleza da mãe, o humor do pai.

Torceram pelo seu primeiro sorriso, pela primeira palavra , pelo primeiro passo.

E de tanto torcerem por você, você aprendeu a torcer. Começou a torcer para ganhar muitos presentes e flagrar Papai Noel. Torcia o nariz para o quiabo. Mas torcia por hambúrguer. Começou a torcer para um time. Provavelmente, nesse dia, você descobriu que tem gente que torce diferente de você.

Seus pais torciam para você ser uma pessoa bacana.

Seus amigos torciam para você usar brinco, cabular aula, falar palavrão. Eles também estavam torcendo para você ser bacana.

Nessas horas, você só torcia para não ter nascido. E por não saber pelo que você torcia, torcia torcido. Torceu para seus irmãos se ferrarem, torceu para o mundo explodir. E quando os hormônios começaram a torcer, torceu pelo primeiro beijo.

De torcida em torcida, um dia teve um torcicolo de tanto olhar para ela. Torceu para ela não ter outro. Torceu para ela não te achar muito baixo, muito alto, muito gordo, muito magro.

Descobriu que ela torcia igual a você. E de repente vocês estavam torcendo para não acordar.

E daí pra frente você entendeu que a vida é uma grande torcida. Porque, mesmo antes do seu filho nascer, já tinha muita gente torcendo por ele.”

A coluna acima é uma versão condensada de um texto do mineiro que gostava de torcer pelo futebol mais do que torcer por um time de futebol. Carlos Drummond de Andrade escreveu “A Torcida da sua Vida”

  2002

COLUNA DE 25 DE SETEMBRO DE

A alma desarmada do penta

O professor Ruy Ostermann foi ético e elegante como o biografado Luiz Felipe Scolari. Em vez de cantar vitória, Felipão silenciou o título.
O livro “A Alma do Penta” é simples. Como ele. O que passa do penta é que as coisas são mais simples na vida e no futebol. Nós é que complicamos, fantasiamos, inventamos heróis e vilões, filhotes e sargentões.
Pelo que se lê do diário de Felipe, pelo que se vê dos discutíveis gráficos táticos da seleção, o Brasil foi campeão porque foi. Felipão foi campeão porque é.
Esse é o maior mérito da obra. Não mostrou nada além do que é o gaúcho de Passo Fundo. Certamente não é o melhor treinador do mundo. Mas não há no mundo um técnico como ele.
Alguém tão simples que sequer a tática por ele escolhida a cada jogo é aquela. Quase todas as estratégias descritas no livro podem ser discutidas na prática. Felipão insiste que o time jogou num 3-3-2-2 quando, no mais das vezes, atuou num 3-4-2-1.
Chega a ser simplório o treinador que credita ao vento de Shizuoka o sucesso do Brasil no segundo tempo contra a Inglaterra. O vento que levou às cabeças brasileiras e às mãos de Marcos os cruzamentos ingleses. Esse é Felipão, que defende até o vento.
Romário? Umas linhas e ponto. Felipão não perdeu a linha, como de costume. E deu o rumo que levou a equipe ao título: as variantes táticas durante os jogos ajudaram a seleção a desequilibrar, tanto quanto o talento, a agilidade e a velocidade do ataque. E, também, a aplicação de todos para retomar bolas.

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