Rogério Lourenço, ex-Flamengo

por Mauro Beting em 27.ago.2010 às 14:43h

Ele foi além do que poderia ao assumir a bucha no meio da Libertadores, eliminar o Corinthians no Pacaembu, e cair para a Universidad de Chile.

No BR-10, perdendo Adriano e Vágner Love, com a saída de Bruno, sem o melhor de Petkovic e Maldonado, com a queda técnica de muita gente que precipitou a saída de outro ex-interino efetivado – Andrade -, e, mais que tudo, COM OS ABSURDOS ERROS ADMINISTRATIVOS DO FLAMENGO, MESMO COM A CONQUISTA DO BR-10 (detesto escrever em maiúsculas, mas o caso precisa ser reiterado), ficava tão difícil quanto fazer gol com Cristian Borja e Val Baiano redondo.

O Flamengo de Rogério, pelo Footstats, tinha apenas uma média razoável de posse de bola (13min45 por jogo), o segundo pior ataque do BR-10 (sofríveis 0,8), a pavorosa pior média de finalizações (11 por partida), a terceira melhor defesa (louváveis 0,7 por jogo), e o quarto time que mais desarma.

Pouco. Ainda menos para o campeão brasileiro, que sofrerá com o novo treinador, seja quem for. Mesmo reforçado por Diogo e Deivid, Pet e Renato estão distantes do ideal tanto quanto o Flamengo do bi-hepta nacional.

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