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Chivas 1 x 2 Internacional – Bolívar, o Libertador

por Mauro Beting em 12.ago.2010 às 0:26h

Os conquistadores colorados fizeram história na Guadalajara berço do maior dos Brasis, o de 1970. Palco da decisão da Libertadores-10 que pode ter se definido em 90 minutos de Inter dominador. Um time que joga portunhol. Ataca como brasileiro, troca bolas como argentino, se defende como uruguaio, e tem a filosofia de jogo e de tática da Espanha conquistadora planetária, em 2010.

O Chivas é bom time. Repetiu em casa o que fizera taticamente no Chile, na grande vitória sobre a Universidad. Um 4-2-3-1 de contragolpe, com velocidade pelos lados, dois volantes dinâmicos, e boa técnica. Mas o Inter não era a Universidad, embora tenha sido uma academia de bom futebol. Desde o início, plantou a bandeira gaúcha no gramado artificial com a maior naturalidade. Com os três meias se mexendo, com Alecsandro referente na área, e os volantes dirigindo a armada branca, a bola foi reverente ao time que a melhor tratou. Fora o gol de cocuruto distante de Bautista, o Inter é que jogou como se estivesse de luvas, cartola e fraque. E alguns craques.

Só um elenco qualificado pode deixar um senhor meia como Giuliano como reserva. O que fez gol de centroavante contra a sabidamente baixa zaga mexicana. Ineficiente para conter a virada de Bolívar. O autor do provável gol que dará o mais que merecido bi da América. Gol criado pelo argentiníssimo D’Alessandro, cada vez melhor, servindo Índio para compartilhar a vitória com Bolívar. Índio & Bolívar. História americana que se repete como festa. Com o gol libertador colorado. Como Simón Bolívar. Líder complexo e controverso. Libertador da América. De frases próprias como “fazer uma revolução na América é como arar o mar”.

Fazer o que fez o Inter do contestado Fossati ao contestadíssimo Roth é algo de arar o ar. Colorado que recuperara a imagem de vice-rei de Abel Braga para ser o “King of The World” em 2006. Inter que pode se repetir tirando a tarja preta sobre o nome de Roth para escalá-lo no panteão de campeões. Com trabalho, sim. Com cara feia, também. Mas com jogo bonito e bem combinado de passes bem trocados e de bola bem dominada.
O grande time não é só aquele que joga muito, como passou a jogar o Colorado desde a Copa. É o time que não deixa o rival jogar, como mais uma vez não deixou o Inter, no México.

Ainda há como o Chivas ganhar. Mas parece muito difícil esse Inter se perder e ser derrotado.

O Chivas repetiu o 4-2-3-1 da Universidad, mas com dois volantes que sabem jogar. O Inter se manteve fiel ao 4-2-3-1, e foi muito melhor

PS: Ah, sim. Vai que dá uma zica e o Chivas vence por um gol, no Beira-Rio: tem prorrogação. Mais meia hora de bola no Sul. Novo empate, aí, sim, pênaltis.

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