Vitória 2 x 2 Goiás

por Mauro Beting em 22.jul.2010 às 12:45h

Pelo que deu para ver pelos melhores momentos, e eles não foram poucos, o bom jogo do Barradão merecia ser enaltecido muito mais pela precisão goiana no contragolpe, no primeiro tempo, e pela recuperação baiana, desde o final da etapa inicial.

Mas…

Leão foi reclamar de algo que, por quase todas as opiniões presentes, não havia motivo para tanto. Como fazem 110% dos treinadores e jogadores, sem a menor responsabilidade por qualquer coisa. Ainda mais num mundo tão intolerante. Como costuma fazer Leão em 120% dos casos.

Daí se sucederam mais cenas lamentáveis. Corriqueiras na carreira brilhante de Leão como jogador, vitoriosa, também, como treinador.

Infelizmente, cenas normais.

Mais ainda com a presença de tanta gente no gramado.

Não que o jornalista tenha cutucado Leão. Não pareceu. O treinador mais coloca o dedo no rosto do repórter Roque Santos que o contrário. Não sei o que ele possa ter falado ao treinador. Mas ainda assim não justifica a atitude de Leão.

Como nenhuma agressão se justifica.

Porém, não se pode dizer que o repórter tenha sido covardemente agredido sem qualquer motivo.

Veja este vídeo.

http://video.globo.com/Videos/Player/Esportes/0,,GIM1304593-7824-CONFUSAO+NO+FIM+DA+PARTIDA+ENTRE+VITORIA+E+GOIAS+LEAO+AGRIDE+RADIALISTA+DENTRO+DE+CAMPO,00.html

A 1min14s, o repórter empurra alguém do Goiás. Depois sai correndo, e é atingido por Rafael Moura.

Não se justifica jamais a agressão que sofreu. E, a princípio, também não o empurrão que a precipitou.

O que leva a outra questão, sem demonizar, denunciar, vitimizar, martirizar:

tem muita gente em campo.

Precisa?

Que tal organizar minimamente?

Por que devemos invadir o gramado ao final do jogo?

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