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MANO A MANO – Brasil x Chile

por Mauro Beting em 26.jun.2010 às 9:28h

LUÍS FABIANO X Contreras + Fuentes + Jara – No usual 3-3-1-3 chileno, o trio defensivo do excelente e abusado Marcelo Bielsa é Medel, Ponce e Jara. Mas os dois primeiros estão suspensos pelo acúmulo de amarelos. O que sobra ao treinador argentino é Contreras, zagueiro e lateral-direito do Paok grego, e Fuentes, da Universidad Catolica. Se Medel (número 17), o que marca mais à direita, não é grande coisa, se o o da sobra Ponce (3) também não é, imagine, então, Contreras e Fuentes… Bielsa é o treinador que mais assiste ao futebol, um dos que mais trabalham no limite do exagero, mas não é milagroso. Se ainda tivesse Elías Figueroa, vá lá. Até o equino Mario Soto já serviria para dar algumas pancadas. Mas é pouca zaga para enfrentar um imenso Brasil – se, claro, o Brasil voltar a jogar brasileiro. Ou o que fez em boa parte da vitória contra Costa do Marfim. É jogo para Luís Fabiano, que sempre fez gols importantes contra os chilenos. Uma hipótese também viável para Bielsa é atuar com uma linha de quatro na zaga, prendendo ou Isla, pela direita, ou Vidal, pela esquerda. Esperando mais o Brasil do que fez quando levou de três em Santiago, pelas Eliminatórias. Justamente a dupla que atuou tão mal nos 3 a 0… Para piorar, o zagueiro-esquerdo Jara (18, 24 anos, West Bromwich), é muito baixo – 1m78. O que se especula no Chile, já que Bielsa não dá pistas, é uma zaga a quatro, com Isla e Vidal presos como laterais, o baixo Jara na zaga-esquerda, e Contreras pela direita. O desenho segue abaixo.

A opção pelo 4-2-3-1 também é viável para Bielsa. Com o recuo dos pontas Alexis Sánchez e Beasejour, ele trava Maicon e Michel Bastos.

ROBINHO X ISLA – Até pelos desfalques, difícil saber se Bielsa manterá o 3-3-1-3 ou, se como acontece em quase todas as equipes, irá mudar o esquema para se ajustar ao time brasileiro. A opção de uma zaga numa linha de quatro é viável, também, pelo Brasil jogar com apenas Luís Fabiano na frente. Em todo caso, como lateral-direito ou ala, Isla (4, 22 anos, Udinese) é quem terá de se virar contra Robinho. Fez parte do ótimo time sub-20 chileno no Mundial do Canadá, em 2007. Na Itália, pela versatilidade, tanto atua mais defensivamente quanto ofensivamente, aproveitando-se da vitalidade. Pode jogar nos dois lados, e mesmo mais à frente. Até como volante e zagueiro. É um bom duelo, mas com cheiro de Robinho, se estiver 100%.

KAKÁ X CARMONA – O jovem volante de 23 anos da Reggina italiana (camisa 6) é outro típico jogador chileno. Muito baixo (1m79), mas com boa velocidade. Se bate algo além da conta, tem boa antecipação para fazer sombra em Kaká. Mas não muito mais além disso. Se o meia-atacante brasileiro repetir a partida contra Costa do Marfim (o que pode não acontecer, pela falta de ritmo perdida com a suspensão), é mais um duelo direto brasileiro favorável pela fragilidade defensiva rival.

ELANO X VIDAL – O número 8 é outro que faz várias funções. Pode marcar pelos lados, pode ser um ala ou lateral de bom nível, e sabe jogar no meio-campo. Desde 2007 atua no Bayer Leverkusen. Com 23 anos, já é rodado, tendo feito parte do bom time sub-20 chileno daquela temporada. Quando atuava mais ofensivamente, a ponto de ser vice-artilheiro do torneio sul-americano. Duelo tático e técnico interessante. Com a bola, Vidal vai apoiar. Sem ela, terá de se virar para cercar Elano. Ou Daniel Alves. Ou Ramires. Ou até Nilmar ou Robinho, já que a dupla pode atuar, e bem, pelos lados do 4-2-3-1 de Dunga. Um time mais ofensivo e possível. Desde que não seja um time de Dunga.

FELIPE MELO OU JOSUÉ OU RAMIRES OU KLEBERSON + GILBERTO SILVA X MATÍAS FERNÁNDEZ – Gilberto Silva, pelos números da Fifa, é o brasileiro que mais correu até agora, na Copa. Também porque Felipe Melo (e Josué, no 2o. tempo contra os portugueses) não seguraram a bronca. Contra provavelmente o bom meia-atacante Matías Fernández (24 anos, número 14, nascido em Buenos Aires, e que atua no Sporting), jogador abusado, que sabe armar e entrar por dentro, articulando com os três da frente no usual 3-3-1-3 de Bielsa. É ele o tal “número 1” chileno. Problema para um Brasil ainda inconstante na marcação à frente da área.

MICHEL BASTOS X ALEXIS SÁNCHEZ – Se o lateral adaptado por Dunga tem muitos problemas contra qualquer atacante que cai por ali, terá ainda mais contra o ótimo chileno, um dos melhores desta Copa e do mundo. “El Niño Maravilla” de 24 anos, da Udinese, é um meia-atacante muito hábil e veloz, que sabe driblar pela direita e por dentro, cruza bem, e entra legal em diagonal. Abusado, foi ele quem ajudou Felipe Melo a se atrapalhar e ser expulso na vitória brasileira no Pituaçu, nas Eliminatórias, por 4 a 2. É o nome ideal para interpretar o 3-3-1-3 de Bielsa. O melhor do time.

JUAN + LÚCIO X VALDIVIA – Os problemas de contusão do bom atacante Suazo deixaram Valdivia no time, mais à frente do que normalmente atua “El Mago”. E assim ele fez boas três partidas, e merece continuar na equipe. Até por repetir característica que o notabilizou no Palmeiras e no Brasil: o drible tão fácil quanto abusado. Se ainda não é um emérito definidor, melhorou bastante, como todo o Chile. Uma boa e sólida partida de Lúcio e Juan pode ajudar a atrapalhar o caminho do mago.

MAICON X BEAUSEJOUR – O lateral brasileiro é dos melhores do mundo e da Copa. O ponta-esquerda chileno é teima típica de Bielsa. Poderia apostar na maior técnica e qualidade de Mark González. Mas como fazia com Kili González na grande Argentina de 2000 a 2002, ele gosta de seu homem pela esquerda ser um armador menos contundente e hábil, mas mais tático e brigador. É o caso do discreto Beausejour, de 26 anos, do América mexicano. Filho de haitiano, é um lutador de boa velocidade e não mais que isso. Mas ajuda a compor o meio e dá um certo equilíbrio tático a um time sempre ousado. Do mesmo jeito que seu treinador.

JÚLIO CÉSAR X BRAVO – Na sexta-feira, veja a saída de Júlio César fechando o ângulo de Raul Meireles. Veja também a saída de Bravo da meta no belo gol de David Villa. Os dois lances são perfeitos. E só JC é do mesmo nível. Bravo é fraco. Apenas 1m83, não tem grande impulsão, nem reflexo. Muita bola para o caminhãozinho dele ter sido apelidado de “Condor Chico”, em homenagem a Roberto Rojas. Pela Real Sociedad espanhola, fez em ferevereiro seu primeiro gol na carreira, batendo falta. Mas um problema no joelho o tirou de campo. E perdeu a forma, que nunca foi nada extraordinária. É mais um facilitador para o Brasil, favorito contra um time bom e atirado no ataque. Mas que não pode fazer milagre sem uma grande defesa, e com apenas um titular – que também não é grande coisa.

DUNGA X BIELSA – El Loco levou 7000 vídeos para a Copa de 2002 – e foi eliminado na primeira fase. Caiu no grupo da morte, e se deu muito mal. Mas tem uma bela história no futebol. O trabalho é excepcional, e soube aproveitar-se da melhor geração chilena nos últimos 20 anos. Por vezes, a vontade em sempre atacar causa estragos, como foi no Nacional, no turno das Eliminatórias. Era um péssimo momento do time de Dunga, e um excepcional chileno. Bielsa veio num ainda mais ofensivo 3-2-4-1. O Brasil foi mais incisivo, na resposta, com Robinho, Diego e Ronaldinho Gaúcho, com L.Fabiano à frente. E uma felícissima jornada no contragolpe brasileiro fez uma senhora vitória de Dunga. Na partida de volta, na Bahia, Bielsa adotou algo que fazia com a Argentina, entre 1999 e 2002: em vez do 3-3-1-3, ele recuava os dois pontas para o meio, e fazia um 3-3-3-1. Algo que também poderá fazer no Ellis Park, segunda-feira.

SURPRESA? MILLAR – O meio-campista de 28 anos do Colo Colo pode pintar no meio-campo chileno. Entrou bem contra a Espanha, e pode ser um jogador livre tanto para dar um pé atrás quanto para armar.

O Chile pode manter a zaga com 3, adiantando Vidal pela esquerda, para bater com Elano. Millar ficaria mais livre, e poderia ser uma saída tática interessante

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